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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Aproximação de submarino holandês dos navios russos quase causou acidente

Manobras perigosas de submarino holandês nas proximidades de navios russos poderiam ter causado acidente grave. 


Sputnik

Um submarino holandês foi detectado no leste do Mediterrâneo na tentativa de se aproximar do grupo naval russo e monitorá-lo, informou o porta-voz do Ministério da Defesa russo, major-general Igor Konashenkov na quarta-feira (09). 


Porta-aviões russo Admiral Kuznetsov durante missão
Porta-aviões russo Admiral Kuznetsov © Sputnik/ Sergey Eshenko


"Em 9 de novembro, às 06h50 (hora de Moscou) os destróiers russos Severomorsk e Vice-Admiral Kulakov identificaram um submarino diesel-elétrico da Marinha da Holanda (supostamente um Walrusklasse) que tentava chegar perto e monitorar o grupo do porta-aviões da Frota do Norte da Rússia", comunicou Konashenkov.

Segundo ele, os destróieres detectaram o submarino à distância de 20 quilômetros por meio de sistemas sonoros e informações providenciadas pelos helicópteros anti-submarino Ka-27.

"Apesar das manobras do submarino, estabelecemos contato sonoro estável com ele. Os navios monitoraram o submarino por uma hora e o obrigaram a abandonar a área onde estava o grupo naval", acrescentou. 


"Tais tentativas desajeitadas de manobrar na área próxima dos navios russos poderiam ter causado acidentes marítimos sérios", sublinhou Konashenkov. 

Konashenkov comunicou que o grupo naval russo tem detectado, com regularidade, submarinos da OTAN ao longo do seu curso. Assim, no início de novembro, o submarino nuclear Virginia foi flagrado na tentativa de vigiar os navios russos.

"Vale notar que os submarinos desta [classe], por terem um deslocamento considerável, são inapropriados para missões de reconhecimento", observa.

Em 15 de outubro a assessoria de imprensa da Frota do Norte da Rússia informou que um grupo de navios militares russos, chefiado pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov e composto pelo cruzador Pyotr Veliky, os destróiers antisubmarinos Severomorsk e Vice-Admiral Kulakov e navios de suporte, foi enviado ao Mediterrâneo para realizar exercícios navais e reforçar as capacidades militares.


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