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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Coalizão americana bombardeou Mossul 21 vezes em 24 horas

A coalizão militar liderada pelos Estados Unidos realizou 25 missões e conduziu 21 ataques aéreos em Mossul nas últimas 24 horas, segundo afirmou nesta terça-feira o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov.


Sputnik


Os bombardeios da coalizão na cidade iraquiana, segundo o militar, seguem sendo realizados diariamente, enquanto na Síria, em Aleppo, as forças russas e as forças de Damasco estão inativas já há algum tempo. 


Caça F/A-18 Hornet durante uma missão de combate no Iraque
F/A 18 Super Hornet durante missão no Iraque © Foto: WikiMedia/Marinha dos EUA/Paul Farley

"As forças aéreas russas e sírias não estão ativas em Aleppo há mais de duas semanas. Ao mesmo tempo, bombardeiros estratégicos B-52N dos EUA, assim como caças F/A-18, partindo do porta-aviões Dwight D. Eisenhower, e (caças) Rafale-M, voando a partir do porta-aviões francês Charles de Gaulle, conduzem ataques em Mossul diariamente", afirmou Konashenkov. "Só nas últimas 24 horas, a coalizão realizou 25 incursões, conduzindo 21 bombardeios na cidade e nos subúrbios". 


A operação para retomar Mossul, controlada desde 2014 pelos jihadistas do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em diversos países), teve início no último dia 17. Mais de 30 mil militares do exército iraquiano e outros 4 mil combatentes curdos participam da ofensiva, que conta com o apoio de cinco mil soldados americanos em solo e da coalizão aérea liderada por Washington.

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