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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Conselho de Segurança discute Aleppo

Reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Em cima da mesa a situação em Alepo, com novos bombardeamentos russos e sírios sobre a segunda cidade do país. 


RFI

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas realiza hoje uma reunião de urgência para discutir a situação no leste da cidade de Alepo. O encontro foi solicitado pela França. 


media
Aleppo, Síria SANA/Handout via REUTERS

Os 15 embaixadores do Conselho de Segurança deverão ouvir um relatório sobre a situação em Alepo. Documento apresentado por Staffan de Mistura, responsável pelas situações humanitárias da ONU e pelo mediador das Nações Unidas para a Síria.

Segundo o Comité Internacional da Cruz Vermelha cerca de 20 mil pessoas fugiram da cidade nas últimas 72 horas, na tentativa de escapar aos combates e bombardeamentos à medida que as forças do regime de Damasco avançam.

Ontem o ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Marc Ayrault, que pediu esta reunião urgente, falou em catástrofe humanitária e na necessidade de em conjunto examinarem a situação na cidade e os meios a empenhar para socorrer a população.

As forças de Damasco recuperaram trinta por cento do território de Alepo oriental controlado por forças rebeldes há quase quatro anos.




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