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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Crimeia reforça defesa costeira recuperando sistemas de mísseis soviéticos

Na península da Crimeia foi recuperado o funcionamento de dois sistemas de mísseis costeiros Utyos instalados ainda no período soviético. 


Sputnik

"Para verificar o funcionamento do sistema, foram lançados dois mísseis de cruzeiro P-35 no âmbito dos testes", disse à RIA Novosti uma fonte militar na península. 


Variante móvel do lançador de mísseis de cruzeiro P-35; a instalação na Crimeia receberá silos estacionários para este tipo de munição
P-35 Utyos © Sputnik/ Igor Zarembo


Com o lançamento bem-sucedido, agora a Frota do Mar Negro conta com dois sistemas de mísseis, cada um com dois silos de lançamento, de acordo com o interlocutor da agência RIA Novosti. 

Segundo os dados publicados, os mísseis de cruzeiro P-35 são capazes de atingir alvos a uma distância de até 300 quilômetros. A velocidade máxima de voo do míssil atinge os 2.000 km/h, estando o projétil equipado com uma ogiva de 560 quilogramas. 

Em 2014, o Ministério da Defesa russo realizou o ensaio do sistema para testar seu desempenho depois de quase 15 anos em desuso.

Após o seu desenvolvimento nos anos 70, os mísseis P-35 passaram por uma série de modernizações. Atualmente, o sistema utiliza a versão 3M44 Progress, inaugurada em 1982 e caracterizada por um maior alcance e uma trajetória mais adequada para evadir as defesas antiaéreas modernas.

Além disso, o míssil atual tem seu próprio módulo de seleção de alvos para combater o risco de interferências radio-eletrônicas entre o projétil e o posto de comando.



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