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Águas 'quentes' da Síria: fragata russa persegue submarino nuclear dos EUA

Durante sua última missão no mar Mediterrâneo em abril passado, a fragata Admiral Essen da Marinha russa conseguiu detectar e perseguir um submarino nuclear dos EUA perto da costa síria. Essa informação foi só agora tornada pública.
Sputnik

A fragata Admiral Essen, pertencente à Frota do Mar Negro, perseguiu o submarino estadunidense da classe Ohio durante mais de duas horas, comunica o jornal russo Izvestiya, citando o Estado-Maior da Marinha russa.

A tripulação do navio russo registrou os parâmetros principais do submarino para, em seguida, os adicionar ao retrato acústico do submersível.

A fragata havia partido para o mar Mediterrâneo em março e regressou à base de Sevastopol no fim de junho. Encontrava-se na zona costeira síria quando os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria com mísseis.

Além disso, no decurso da missão, a sua tripulação realizou uma série de manobras táticas. Em particular, treinou ataques contra alvos marítimos e aéreos, combate em grupo e isolado, bem como…

Deputado: OTAN tenta explicar agressão com ameaças míticas da Rússia

Em vez da unificação dos esforços para combater o terrorismo, a OTAN “infla as bochechas em relação à ameaça inventada vinda da Rússia”, afirmou o membro do comitê para os assuntos internacionais da Duma de Estado, Sergei Zheleznyak.


Sputnik


Antes, o jornal Times, citando o comando da Aliança Atlântica, informou que a OTAN planeja reduzir de seis para dois meses o período de mobilização de 300 mil militares da segunda vaga por causa das relações tensas com a Federação da Rússia. O secretário-geral da Aliança Atlântica, Jens Stoltenberg, não descreveu os detalhes do novo plano de mobilização na entrevista ao jornal, mas afirmou que a OTAN "tem de responder" ao "aumento do poderio militar" de Moscou. 


Soldados do exército polonês participam dos treinamentos da OTAN Saber Strike em Adazi, Letônia. 13 de junho de 2016
Soldados do exército polonês © REUTERS/ Ints Kalnins

"A declaração do secretário-geral da OTAN em relação à passagem de ‘centenas de milhares’ de militares da Aliança Atlântica para um regime de prontidão mais elevado é mais uma confirmação de que os EUA e os países da Aliança Atlântica, em vez de uma união racional de esforços para combater o terrorismo, preferem inflar as bochechas em relação à ameaça inventada vinda da Rússia", disse Zheleznyak aos jornalistas. 


Ele sublinha que há muitas declarações agressivas de parte da OTAN. 

"Nós recebemos reiteradamente sinais dos EUA sobre aumento da quantidade de tropas e instalação de novas bases militares, que são posicionadas cada vez mais perto da fronteira russa. A OTAN tenta explicar a sua elevada atividade agressiva com ameaças míticas vindas da Rússia", notou o deputado. 

Ele frisou que a Federação da Rússia é um país pacífico e não deseja a escalada de conflitos no mundo. "Além disso, nós favorecemos a resolução pacífica dos problemas existentes." Mas não aconselho a tentarem nos ameaçar. Em todos os tempos isso acabou mal para os que ameaçaram a Rússia. Nós vamos sempre proteger a nossa Pátria e os nossos interesses nacionais.


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