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Troféus de guerra: tecnologias militares desviadas nos últimos 20 anos

A espionagem na indústria militar é uma das formas mais eficazes de obter a tecnologia que não se possui. Na guerra invisível conduzida pelos serviços secretos todos os meios são usados.
Sputnik

A Sputnik conta sobre as tecnologias das quais, em vários momentos, os governos conseguiram se apropriar. 

Drone desaparecido

Em 4 de dezembro de 2011, o mais novo drone stealth norte-americano RQ-170 Sentinel desapareceu no oeste do Afeganistão. Segundo o Pentágono, alguém "cortou" o canal de comunicação entre o drone e o operador. Cinco dias depois, um veículo aéreo não tripulado com características de design semelhantes foi apresentado na televisão iraniana. Ainda não se sabe exatamente como o controle do drone foi interceptado. Especialistas acreditam que isso não poderia ter acontecido sem um moderno sistema de guerra eletrônica entregue ao Irã pela Rússia ou China. Não há informações oficiais sobre esse assunto.

O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, apelou às autoridades da Repúbl…

Estado Islâmico usa gás químico em ataque na Síria; 22 são internados

Ofensiva confirma suspeita sobre método do grupo jihadista, diz Exército turco. Combatentes afetados apresentaram náuseas e fortes dores de cabeça. 


EFE

 
O grupo jihadista Estado Islâmico realizou um ataque com gás químico no norte da Síria, segundo informaram fontes do Exército turco neste domingo (27), após a internação de 22 combatentes afetados. 


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© AFP 2016/ JM LOPEZ

"Vinte e dois membros opositores mostram em seus olhos e corpos sintomas de terem estado expostos a gás químico após um ataque com mísseis do EI na região de Haliliye, na Síria", disseram fontes do Estado-Maior turco citadas pelo jornal "Hürriyet".

As fontes, que não detalharam quando aconteceu o ataque, indicaram que o EI transformou obuses de artilharia em armas químicas com cloreto, confirmando a suspeita sobre a qual a Turquia já havia alertado, que os jihadistas recorrem a ataques químicos na região de Al Bab, no norte da Síria.

Os combatentes afetados, membros do Exército Livre da Síria (ELS), foram transferidos à província turca de Kilis, situada na fronteira com a Síria, onde foram hospitalizados e submetidos a um tratamento em uma unidade especializada em danos causados por armas químicas, biológicas e radioativas.

De acordo com a agência semipública turca "Anadolu", esses combatentes apresentavam náuseas e fortes dores de cabeça, que são os primeiros sintomas de um ataque químico.

Operação turca

 
Em comunicado, o Exército turco também informou que um combatente morreu e outros 14 ficaram feridos em confrontos contra o EI com parte da operação turca "Escudo de Eufrates", iniciada em 24 de agosto com a entrada das forças armadas turcas em terreno sírio, em apoio ao ELS.

Além disso, as bombas de caças-bombardeiros das Forças Aéreas turcas destruíram quatro alvos do EI. Entre 300 e 500 soldados turcos participam dessa operação, a mais ambiciosa já lançada pela Turquia em solo sírio desde o início do conflito no país árabe, em 2011.

As autoridades turcas indicaram que a operação se dirige tanto contra o EI como contra as Unidades de Proteção do Povo (YPG), uma milícia curdo-síria que conta com o apoio dos Estados Unidos, mas que Ancara combate por considerá-la uma organização terrorista.




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