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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Estônia prepara sua população para a guerra

O governo estoniano pretende completar seu programa de defesa civil contra eventuais catástrofes naturais e acidentes tecnológicos com um plano de ações militares e de segurança em caso de guerra. 

Sputnik

As respectivas informações foram publicadas na quinta-feira (06) no jornal estoniano Eesti Paevaleht. 
Tallinn, capital da Estônia
Tallin, capital da Estônia © Sputnik/ Vladimir Pesnya
Segundo Margo Klaose, chefe do grupo de defesa da população criado pelo Ministério do Interior do país, uma boa preparação dos residentes será essencial para contenção militar e poderá ajudar a prevenir ataques militares.

Ele destaca que há necessidade de aumentar os conhecimentos das pessoas, treinar suas capacidades de reagir a possíveis situações de emergência.

"O fato de os residentes estarem bem preparados é um dos argumentos para não atacar", ressaltou. 
Funcionários estonianos estão desenvolvendo programas que visam preparar as pessoas e instituições no caso de interrupção de energia elétrica, comunicações e outras situações de emergência. 
Estima-se que a primeira versão do conceito seja submetida à análise do governo no início do ano que vem.

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