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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Estônia prepara sua população para a guerra

O governo estoniano pretende completar seu programa de defesa civil contra eventuais catástrofes naturais e acidentes tecnológicos com um plano de ações militares e de segurança em caso de guerra. 

Sputnik

As respectivas informações foram publicadas na quinta-feira (06) no jornal estoniano Eesti Paevaleht. 
Tallinn, capital da Estônia
Tallin, capital da Estônia © Sputnik/ Vladimir Pesnya
Segundo Margo Klaose, chefe do grupo de defesa da população criado pelo Ministério do Interior do país, uma boa preparação dos residentes será essencial para contenção militar e poderá ajudar a prevenir ataques militares.

Ele destaca que há necessidade de aumentar os conhecimentos das pessoas, treinar suas capacidades de reagir a possíveis situações de emergência.

"O fato de os residentes estarem bem preparados é um dos argumentos para não atacar", ressaltou. 
Funcionários estonianos estão desenvolvendo programas que visam preparar as pessoas e instituições no caso de interrupção de energia elétrica, comunicações e outras situações de emergência. 
Estima-se que a primeira versão do conceito seja submetida à análise do governo no início do ano que vem.

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