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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

Estônia receia 'homens verdes' da Rússia - paranoia ou provocação?

Uma nota interna para a Comissão de Segurança do governo estônio avisando sobre uma possível ocorrência do "cenário de Donbass" no nordeste do país, na fronteira com a Rússia, foi vazada para a mídia nacional na quarta-feira (15). Enquanto alguns especialistas chamam isso de "paranoia", outros dizem que pode ser uma provocação deliberada. 


Sputnik

A nota foi vazada um ano depois da sua publicação. 


O documento elaborado pelo conselheiro de defesa psicológica da Estônia e coordenador de comunicações do governo Ilmar Raag avisa sobre a possibilidade de um "cenário de Donbass" e de um "cenário de Irlanda do Norte" no município nordeste de Ida-Viru ou Ida-Virumaa, na fronteira com a Rússia.

Soldados estonianos durante a parada militar em Narva, Estônia, fevereiro de 2015
Soldados estonianos © AFP 2016/ RAIGO PAJULA

A nota de três páginas diz que no caso de um conflito com a Rússia, a Estônia pode perder o controle sobre a região que tem sido russificada há alguns anos.

A nota supõe que 60 mil pessoas de uma população de 150 mil assistiriam o conflito de forma passiva, enquanto cerca de 1,5 mil pessoas poderiam participar de forma ativa do conflito. 


Segundo o cenário de "Irlanda do Norte" a nota afirma que um "confronto ideológico" pode ser provocado por "uma forte rede terrorista local de 200 pessoas apoiada do exterior". 

O documento diz que a crise na região pode ser provocada também pela situação social pouco favorável porque tem um alto nível de desemprego e criminalidade. Os autores destacaram também que os residentes da região são leais à Rússia. 

Estas informações provocaram discussões na mídia local e da Rússia. 

O diretor-geral do Departamento da Polícia e de Guardas-Fronteiriços, Elmar Vaher, disse ao jornal nacional Eesti Ekspress que o seu departamento tem estudado o cenário de "uma invasão pelos pequenos homens verdes".

Raul Rebane, especialista em comunicações estratégicas do Serviço de Segurança Interna da Estônia disse que a nota não está apenas mal fundamentada, mas descreve uma situação de crise potencial que "felizmente não será uma realidade".

O membro do parlamento estônio Andres Ammas disse ao Baltic News Service que a nota pode ser interpretada como o governo vendo os residentes do município de Ida-Virumaa como terroristas potenciais e por isso estar planejando alguma repressão na região. 


Entretanto, o deputado pela região no parlamento, Mikhail Stalnukhin, disse ao jornal online russo Vzglyad que os autores da nota já foram chamados de paranoicos. 

Ele disse que não há condições prévias para repetição do cenário de Donbass na Estônia, mas algumas organizações exploram o cenário da ameaça russa. 

O político afirmou que este vazamento pode ser uma provocação contra os residentes falantes de russo e os políticos pro-russos na Estônia.

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