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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

EUA e ONU ainda não prestaram ajuda a 90 mil civis libertados em Aleppo

O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, declarou nesta terça-feira (29) que os EUA, a Grã-Bretanha e a ONU ainda não realizaram nenhum esforço para prestar ajuda humanitária aos 90 mil civis libertados da ocupação jihadista na cidade síria de Aleppo nos últimos dois dias.


Sputnik

Konashenkov chamou a atenção para o silêncio do assessor do Representante Especial Adjunto do Secretário-Geral da ONU para os Assuntos Humanitários, Jan Egeland, bem como de representantes dos EUA, Grã-Bretanha, França, Alemanha e várias organizações internacionais, que nas últimas semanas “exigiram de forma insistente que comboios com ajuda humanitária conseguissem ter acesso a bairros controlados por rebeldes no leste de Aleppo”.

Criança refugiadas de Aleppo
Criança refugiada de Aleppo, Síria © Sputnik/ Mikhael Alaeddin

“No entanto, revelou-se que, passados dois dias após a libertação de mais de 90 mil habitantes do domínio terrorista em Aleppo, não houve qualquer solicitação de ajuda humanitária por parte do representante especial da ONU Staffa de Mistura, ou das chancelarias da Grã-Bretanha e França e do Departamento de Estado dos EUA” – disse Konashenkov.

Nas suas palavras, paradoxalmente, isso acontece exatamente quando as condições para a prestação de ajuda humanitária, na ausência de combatentes, são as melhores possíveis. “Pelo visto, essa ajuda era destinada a outras pessoas que também moravam em regiões no leste de Aleppo” – disse.


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