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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

EUA e ONU ainda não prestaram ajuda a 90 mil civis libertados em Aleppo

O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, declarou nesta terça-feira (29) que os EUA, a Grã-Bretanha e a ONU ainda não realizaram nenhum esforço para prestar ajuda humanitária aos 90 mil civis libertados da ocupação jihadista na cidade síria de Aleppo nos últimos dois dias.


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Konashenkov chamou a atenção para o silêncio do assessor do Representante Especial Adjunto do Secretário-Geral da ONU para os Assuntos Humanitários, Jan Egeland, bem como de representantes dos EUA, Grã-Bretanha, França, Alemanha e várias organizações internacionais, que nas últimas semanas “exigiram de forma insistente que comboios com ajuda humanitária conseguissem ter acesso a bairros controlados por rebeldes no leste de Aleppo”.

Criança refugiadas de Aleppo
Criança refugiada de Aleppo, Síria © Sputnik/ Mikhael Alaeddin

“No entanto, revelou-se que, passados dois dias após a libertação de mais de 90 mil habitantes do domínio terrorista em Aleppo, não houve qualquer solicitação de ajuda humanitária por parte do representante especial da ONU Staffa de Mistura, ou das chancelarias da Grã-Bretanha e França e do Departamento de Estado dos EUA” – disse Konashenkov.

Nas suas palavras, paradoxalmente, isso acontece exatamente quando as condições para a prestação de ajuda humanitária, na ausência de combatentes, são as melhores possíveis. “Pelo visto, essa ajuda era destinada a outras pessoas que também moravam em regiões no leste de Aleppo” – disse.


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