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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
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Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

EUA e ONU ainda não prestaram ajuda a 90 mil civis libertados em Aleppo

O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, declarou nesta terça-feira (29) que os EUA, a Grã-Bretanha e a ONU ainda não realizaram nenhum esforço para prestar ajuda humanitária aos 90 mil civis libertados da ocupação jihadista na cidade síria de Aleppo nos últimos dois dias.


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Konashenkov chamou a atenção para o silêncio do assessor do Representante Especial Adjunto do Secretário-Geral da ONU para os Assuntos Humanitários, Jan Egeland, bem como de representantes dos EUA, Grã-Bretanha, França, Alemanha e várias organizações internacionais, que nas últimas semanas “exigiram de forma insistente que comboios com ajuda humanitária conseguissem ter acesso a bairros controlados por rebeldes no leste de Aleppo”.

Criança refugiadas de Aleppo
Criança refugiada de Aleppo, Síria © Sputnik/ Mikhael Alaeddin

“No entanto, revelou-se que, passados dois dias após a libertação de mais de 90 mil habitantes do domínio terrorista em Aleppo, não houve qualquer solicitação de ajuda humanitária por parte do representante especial da ONU Staffa de Mistura, ou das chancelarias da Grã-Bretanha e França e do Departamento de Estado dos EUA” – disse Konashenkov.

Nas suas palavras, paradoxalmente, isso acontece exatamente quando as condições para a prestação de ajuda humanitária, na ausência de combatentes, são as melhores possíveis. “Pelo visto, essa ajuda era destinada a outras pessoas que também moravam em regiões no leste de Aleppo” – disse.


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