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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

EUA vetam venda de avião da Embraer à Nigéria

Parceria impede venda à Nigéria por violação de direitos humanos


Diário do Poder

Os Estados Unidos podem ter vetado a venda ao governo da Nigéria de ao menos 10 aviões A-29 Super Tucanos, produzidos em parceria da Embraer com a americana Sierra Nevada. As aeronaves, consideradas de ataque leve, seriam utilizadas no combate a terroristas do grupo Boko Haram. O veto americano é atribuído às acusações de desrespeito sistemático dos direitos humanos por militares nigerianos. 


A-29 Super Tucano

Em 2015, os EUA impediram compra de helicópteros de combate pela Nigéria de Israel pela mesma razão: “desrespeito de direitos humanos”.

A Leahy Law proíbe os EUA de fornecerem material bélico a países onde os direitos humanos não são integralmente respeitados.

A Embraer informou que não comenta “vendas não concretizadas” e classifica quaisquer informações sobre o caso como “especulativas”.

A Embraer e a Sierra Nevada venderam vinte Super Tucanos ao governo do Afeganistão por R$ 1,5 bilhão, em 2013.



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