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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Ex-secretário-geral da OTAN: EUA devem virar novo 'gendarme mundial'

Anders Fogh Rasmussen, ex-secretário-geral da OTAN, afirmou que, qualquer que seja o resultado das eleições presidenciais norte-americanas, os EUA deverão intervir de modo mais ativo na resolução dos conflitos internacionais. 


Sputnik

"Precisamos que os EUA desempenhem o papel de gendarme mundial. Temos que estabelecer o papel primordial dos EUA em todos os assuntos internacionais", frisou o ex-secretário-geral da OTAN em uma entrevista concedida ao canal britânico Sky News.


Ex-secretário-geral da OTAN Anders Fogh Rasmussen
Anders Fogh Rasmussen © AFP 2016/ JOHN THYS


Segundo Rasmussen, na lista de problemas que precisam ser solucionados há a situação na Síria, no Iraque, na Líbia e no leste da Ucrânia.

"As superpotências não podem descansar. Olhem ao redor de vocês e vão ver que o mundo está em chamas. Tem a Síria mergulhada em uma guerra civil, o Iraque que está à beira do colapso. A Líbia se tornou um Estado falhado na África do Norte. A Rússia está atacando a Ucrânia e desestabilizando a Europa de Leste. Tem a China mostrando seus músculos, o Estado pária da Coreia do Norte que ameaça todo o mundo com um ataque nuclear", disse Rasmussen. 


"Tudo isso requer um policial mundial para reestabelecer a lei e a ordem internacionais", salientou o político. 

Segundo o político dinamarquês, Barack Obama "resistiu ferozmente ao uso da força e à ameaça de uso da força militar para evitar conflitos internacionais".

O ex-secretário-geral da OTAN também se mostrou preocupado com a hipótese de o candidato republicano Donald Trump se tornar o próximo presidente norte-americano. De acordo com ele, isto "pode representar uma ameaça enorme" para todo o mundo.

As eleições presidenciais norte-americanas realizar-se-ão em 8 de novembro. Barack Obama está terminando seu segundo mandato e não pode concorrer de novo, segundo diz a Constituição. Os dois principais candidatos à presidência são o republicano Donald Trump e a democrata Hillary Clinton. Quem se tornar sucessor de Obama vai tomar posse em 20 de janeiro do ano que vem.


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