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China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

Força Aérea dos EUA se desculpa por aproximação perigosa a avião russo na Síria

Após o incidente que teve lugar em 17 de outubro e os EUA pedirem desculpa pela falta de cautela, o porta-voz do Ministério da Defesa russo major-general Igor Konashenkov aconselha os pilotos norte-americanos a deixarem de culpar a Rússia e controlarem suas emoções. 


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Logo depois do incidente no espaço aéreo sírio em 17 de outubro, a Força Aeroespacial russa exigiu esclarecimentos dos EUA e estes pediram desculpa pelo acontecido, disse o porta-voz do Ministério da Defesa russo major-general Igor Konashenkov.


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E-3 Sentry


Segundo disse o ministério, em 17 de outubro a tripulação do avião norte-americano E-3 AWACS violou as regras de segurança e se aproximou (a menos de 500 metros da distância) de um caça russo Su-35 perto da cidade síria de Deir ez-Zor.

"Depois desta aproximação perigosa do E-3 AWACS com o caça russo, o comando da Força Aeroespacial da Rússia, localizado na base aérea de Hmeimim, entrou imediatamente em contato com os seus colegas norte-americanos e solicitou esclarecimentos sobre este incidente", disse Konashenkov. 


O militar também observou que os representantes da Força Aérea norte-americana "pediram desculpa pelo incidente e prometeram realizar o trabalho necessário com os pilotos para evitar tais situações no futuro". 

"Este fato provou que os pilotos russos e norte-americanos têm um canal de comunicação bastante eficaz na Síria, e isso ajudará a evitar incidentes semelhantes no futuro", comunicou o major-general. Entretanto, ele observou que os funcionários do Ministério da Defesa estão surpreendidos com o fato de o comando norte-americano tentar atribuir a responsabilidade pelo incidente à Força Aeroespacial russa.

O representante oficial do Ministério frisou que a parte russa tinha informado com antecedência os seus colegas sobre o voo planejado do Su-35 e apresentado dados exatos sobre a altitude do voo.

"Assim, entendemos que às vezes os pilotos norte-americanos ficam tão impressionados com os caças russos se aproximando, que podem ficar estupefatos. Entretanto, gostaria de recomendar-lhes que deixem de culpar a Rússia e que controlem suas emoções. Tal como o manche de seus aviões…", disse o major-general.


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