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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Governo sírio e Rússia voltam a bombardear Aleppo e Idleb

Hospital infantil e banco de sangue foram alvos de bombardeio nesta quarta.
Ao menos 21 pessoas morreram e 50 ficaram feridas.


Do G1, em São Paulo
 
Ao menos 21 pessoas, entre elas quatro crianças, morreram em um ataque do regime sírio na região no leste da cidade de Aleppo, no norte da Síria, nesta quarta-feira (16). De acordo com a CNN, o bombardeio atingiu hospitais e um banco de sangue. 


Moradores checam imóveis no vilarejo de Kfar Jales, nos arredores de Idlib. Região foi alvo de ataques aéreos nesta quarta-feira (16) (Foto: Omar haj kadour / AFP)
Moradores checam imóveis no vilarejo de Kfar Jales, nos arredores de Idlib. Região foi alvo de ataques aéreos nesta quarta-feira (16) (Foto: Omar haj kadour / AFP)

Um hospital infantil, o Al-Bayan e o banco de sangue foram atingidos no bairro de Al-Shaar, segundo relato feito pela Associação Médica Americana da Síria (SAMS). Edifícios nas proximidades ficaram completamente destruídos. Pelo menos 50 outros foram feridos, afirmou o grupo ativista Aleppo Media Center.

O diretor do Hospital Infantil afirmou que os funcionários tentaram proteger os pacientes se escondendo no subsolo. “É um dia horrível para o Hospital das Crianças. Eu, meu pessoal e todos os pacientes estamos sentados em um quarto no subsolo. Tentamos proteger nossos pacientes", disse Hatem, que é pediatra, em um comunicado.

Eles aguardam para deixar o local porque aviões ainda sobrevoam a região. “Rezem pela gente, por favor”, afirmou.

O diretor da unidade do Hospital Cirúrgico Al Bayan, Mahmoud Rahim Abu Bakr, afirmou à agência Efe que a unidade foi alvo de bombardeios e disparos de artilharia. “A área onde fica o hospital, o bairro de Al Shaar, foi atacada pelo regime com todo tipo de arma, desde aviões até foguetes", declarou.

Madrugada

 
Durante a madrugada, aviões do regime sírio e de sua aliada Rússia bombardearam nesta quarta-feira (16) a área rebelde de Aleppo e a província de Idleb, segundo a France Presse. A ação acontece um dia depois de Moscou ter anunciado uma nova ofensiva militar na Síria, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

O diretor do OSDH, Rami Abdel Rahmane, afirmou que os aviões militares russos atacaram toda a noite e até a manhã Idleb, uma província do noroeste da Síria controlada por uma aliança de rebeldes e jihadistas.

Após uma pausa de um mês, o regime de Bashar al-Assad retomou na terça-feira a campanha contra o setor rebelde da ex-capital econômica síria, no mesmo dia em que Moscou anunciou uma nova ofensiva, oficialmente contra os extremistas de Idleb e de Homs (centro).

Os bombardeios russos foram executados a partir do porta-aviões Almirante Kuznetsov, que chegou na semana passada às costas sírias para reforçar o dispositivo militar russo no país em guerra desde 2011.

Moscou apoia as forças do regime sírio, enquanto Washington auxilia a rebelião considerada moderada.

Aleppo, onde 250 mil pessoas vivem cercadas nos bairros da zona leste há quase quatro meses, é uma cidade chave tanto para o regime de Bashar al-Assad como para seus opositores, que se enfrentam em uma guerra que já deixou mais de 300 mil mortos.



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