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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Irã comenta a conduta 'pouco profissional' de militares dos EUA no Golfo Pérsico

A presença dos militares norte-americanos no Golfo Pérsico cria um risco de conflito na região. A agência Fars cita a declaração de um representante do Ministério da Defesa iraniano sobre conduta "inoportuna e pouco profissional" dos militares norte-americanos no Golfo Pérsico.


Sputnik


Anteriormente, foi informado que o navio do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (CGRI) do Irã apontou armas em direção ao helicóptero da Marinha dos EUA no Estreito de Ormuz, em 26 de novembro. Segundo o Pentágono, o incidente ocorreu quando o helicóptero SH-60 voava à distância de 800 metros de dois navios iranianos nas águas internacionais. Os representantes do Ministério da Defesa iraniano se referiram às ações como provocação. 


Navios de guerra da Marinha do Irã
Navios da Marinha do Irã © AP Photo/ Fars News Agency, Mahdi Marizad

Segundo um representante do CGRI citado pela agência Fars, "não é segredo para ninguém que o maior problema no Golfo Pérsico é a presença dos militares norte-americanos que, por sua conduta não profissional, querem demonstrar que a situação está anormal".


O representante destacou que navios internacionais atravessam o Estreito de Ormuz diariamente, sem quaisquer problemas, em conformidade com a legislação internacional. Apenas os EUA expressaram seu descontentamento, acusando o Irã. Na opinião do representante, por agir dessa forma, os EUA estão preocupados somente com seus próprios objetivos.

Ao mesmo tempo o representante deixou claro que a Marinha do CGRI continuará suas missões nas águas territoriais do Irã e não vai prestar atenção às declarações dos EUA.

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