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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Moscou: OTAN prefere guerra de informação ao diálogo sobre segurança com a Rússia

Ao invés de buscar um diálogo na área de segurança com Moscou, a OTAN prefere continuar com a guerra de informação, principalmente, no que tange a situação na Síria, declarou o representante permanente da Rússia junto à Aliança, Aleksandr Grushko. 

Sputnik

"Fiquei impressionado com o grau de histeria gerado, principalmente, pela mídia com relação à passagem do porta-aviões Admiral Kuznetsov pelo Canal da Mancha. Tudo isso, em geral, mostra que a guerra de informação está passando dos limites e começando a devorar os seus próprios filhos" – disse Grushko. 
Manifestantes com cartazes dizendo não à guerra, não à OTAN
Manifestação contra a guerra e contra a OTAN © AFP 2016/ Savo Prelevic
Ele lamentou, que, nessas condições, a adoção de medidas voltadas para reforçar a segurança parece ter perdido a sua importância.

"Pessoas esclarecidas devem entender, que a participação da Rússia na operação militar na Síria é um fator significativo, que tem um papel decisivo na condução de todo o processo para uma regulação pacífica… Enquanto a OTAN não abrir mão desses duplos padrões, certamente, será muito difícil falar em quaisquer ações, que possam realmente corroborar com a atenuação da situação e o início de um diálogo real sobre como nós devemos construir a nossa política militar, a construção militar, respeitando os interesses uns dos outros" – explicou o diplomata russo.

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