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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Moscou: OTAN prefere guerra de informação ao diálogo sobre segurança com a Rússia

Ao invés de buscar um diálogo na área de segurança com Moscou, a OTAN prefere continuar com a guerra de informação, principalmente, no que tange a situação na Síria, declarou o representante permanente da Rússia junto à Aliança, Aleksandr Grushko. 

Sputnik

"Fiquei impressionado com o grau de histeria gerado, principalmente, pela mídia com relação à passagem do porta-aviões Admiral Kuznetsov pelo Canal da Mancha. Tudo isso, em geral, mostra que a guerra de informação está passando dos limites e começando a devorar os seus próprios filhos" – disse Grushko. 
Manifestantes com cartazes dizendo não à guerra, não à OTAN
Manifestação contra a guerra e contra a OTAN © AFP 2016/ Savo Prelevic
Ele lamentou, que, nessas condições, a adoção de medidas voltadas para reforçar a segurança parece ter perdido a sua importância.

"Pessoas esclarecidas devem entender, que a participação da Rússia na operação militar na Síria é um fator significativo, que tem um papel decisivo na condução de todo o processo para uma regulação pacífica… Enquanto a OTAN não abrir mão desses duplos padrões, certamente, será muito difícil falar em quaisquer ações, que possam realmente corroborar com a atenuação da situação e o início de um diálogo real sobre como nós devemos construir a nossa política militar, a construção militar, respeitando os interesses uns dos outros" – explicou o diplomata russo.

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