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Troféus de guerra: tecnologias militares desviadas nos últimos 20 anos

A espionagem na indústria militar é uma das formas mais eficazes de obter a tecnologia que não se possui. Na guerra invisível conduzida pelos serviços secretos todos os meios são usados.
Sputnik

A Sputnik conta sobre as tecnologias das quais, em vários momentos, os governos conseguiram se apropriar. 

Drone desaparecido

Em 4 de dezembro de 2011, o mais novo drone stealth norte-americano RQ-170 Sentinel desapareceu no oeste do Afeganistão. Segundo o Pentágono, alguém "cortou" o canal de comunicação entre o drone e o operador. Cinco dias depois, um veículo aéreo não tripulado com características de design semelhantes foi apresentado na televisão iraniana. Ainda não se sabe exatamente como o controle do drone foi interceptado. Especialistas acreditam que isso não poderia ter acontecido sem um moderno sistema de guerra eletrônica entregue ao Irã pela Rússia ou China. Não há informações oficiais sobre esse assunto.

O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, apelou às autoridades da Repúbl…

Mulheres curdas tornam vida de jihadistas do Daesh em um inferno em Al-Hasakah

A guerra na Síria continua já pelo sexto ano. No país não há nenhuma mulher que não tenha sido tocado pela desgraça. Algumas pegaram em armas e lutam contra os terroristas, ombro a ombro com os homens, elas estão defendendo suas terras e suas vidas. 


Sputnik

O destacamento militar feminino Bein Nakhrein (Mesopotâmia) cumpre seu serviço nas Forças Democráticas da Síria na província de Al-Hasakah, no nordeste da Síria. 


Mulher curda
Mulher curda © REUTERS/ Asmaa Waguih
 
Junto com o Bein Nakhrein, na província atuam as Unidades Femininas de Autodefesa, além disso, as mulheres lutam também nas forças de segurança curdas As-Saish e nos grupos assírios an-Natora. 

A combatente Rushan disse à Sputnik Árabe que ela foi uma das mulheres a integrar a primeira unidade feminina. De acordo com ela, as mulheres dão uma grande contribuição para as esferas política, social, cultural e militar. Elas próprias lutam tanto para proteger os direitos das mulheres, como pela paz e pela liberação das áreas ocupadas por terroristas. 

A combatente Lara foi durante quarenta anos uma dona de casa, mas com o início da guerra se alistou voluntariamente nas fileiras dos defensores da Síria. Em uma entrevista à Sputnik, ela disse que nunca considerou a possibilidade de emigrar do país. Lara acredita que a Síria continuará sendo a pátria de sírios de todos os credos e confissões. Ela está pronta para lutar por cada palmo de terra.

A menina Sara é uma aluna do último ano da escola, agora ela, junto com suas companheiras de armas, diz de forma segura ao correspondente da Sputnik que o dever cívico de cada sírio é defender sua terra, levantar o moral dos seus concidadãos e manter no povo a confiança de que eles conseguirão defender o seu país.

Najwa nasceu no povoado de Tell Arboush. Ela se juntou ao exército depois de na presença dela os terroristas terem morto seu irmão mais velho a sangue-frio porque suspeitaram que estivesse ligado ao exército. Mas, como disse Najwa à Sputnik, ele era apenas um estudante universitário. 


A mulher chamada Um Ziyad, do povoado de Um Garkan perto da cidade de Tel-Tamr, foi acusada por terroristas de cumplicidade com as tropas sírias, eles confiscaram seus bens e destruíram sua casa.

"Eu estava ajudando o exército. Dava aos soldados comida e água", disse Um Ziyad à Sputnik. 

De acordo com um dos instrutores do campo de treinamento, agora decorre um recrutamento de mulheres e meninas para cursos intensivos preparatórios no uso de diferentes tipos de armas. Uma especial atenção é dada ao uso do fuzil de assalto Kalashnikov.


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