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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Novo navio letal norte-americano : ladra, mas não morde

O destroier de mísseis USS Zumwalt (DDG-1000) foi considerado como a arma mais potente e letal no arsenal do Pentágono, mas os custos crescentes fizeram com que a embarcação, com "os sistemas de armamentos mais sofisticados", não tenha munições para disparar, escreve o jornalista Mikhail Sheinkman. 


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"O USS Zumwalt é o segundo maior navio norte-americano. Mas acontece que este navio de guerra só é letal quando está na superfície [da água]. Quanto às suas capacidades de combate, ninguém sabe quando será capaz de disparar. De todos os modos, os que desenvolveram este navio obviamente perderam o objetivo", considera Sheinkman.


Primeiro destróier da classe Zumwalt, o maior já construído para a Marinha dos EUA
USS Zumwalt DDG 1000 © AP Photo/ Robert F. Bukaty


As declarações do jornalista vêm na sequência das notícias de que a Marinha norte-americana decidiu se abster da compra de munições, especialmente projetadas para os canhões avançados de calibre 155 mm do USS Zumwalt, já que, explica, eram "demasiado caros".

Os projéteis LRLAP (Long Range Land Attack Projectile), fabricados somente para os referido sistema, de acordo com várias fontes, custarão cada um cerca de $800.000. Em outras palavras, os dois canhões de calibre 155 mm podem ser mantidos "apenas para nos vangloriarmos e mostrarmos a nossa 'grandeza'", diz o repórter.

O custo do navio é de 7.5 milhões de dólares, enquanto o preço total do programa atinge 22.5 milhões. Os custos crescentes das armas nos EUA poderiam ser a causa para a rejeição dos projéteis LRLAP, já que em 2001 havia sido calculado que o preço de uma unidade do projétil não iria ultrapassar os 50.000 dólares. Talvez isso também explique a razão por que o número planejado de navios desta classe foi reduzido de 32 para apenas três.



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