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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

ONU é alvo de protestos em massa no Iêmen por 'cumplicidade' com bombardeios sauditas

Centenas de pessoas se manifestaram nesta terça-feira (25) na capital do Iêmen, Sanaa, contra a suposta "cumplicidade" das Nações Unidas na mortífera guerra que já dura 19 meses no país.


Sputnik


Os manifestantes se reuniram do lado de fora de um hotel na cidade controlada pelos rebeldes houthis, onde o enviado da ONU Ismail Ould Cheikh Ahmed estava hospedado enquanto tentava convencer as partes em conflito a aceitar um cessar-fogo e retomar as negociações de paz. 


Mulheres iemenitas que apoiam os rebeldes xiitas Houthis protestam contra os ataques aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita em frente ao hotel onde o enviado das Nações Unidas para o Iêmen, Ismail Ould Cheikh Ahmed, estava hospedado. Sanaa, em 25 de Outubro de 2016.
Manifestantes protestando conta a ONU no Iêmen © AFP 2016/ MOHAMMED HUWAIS

"Fora, fora do Iêmen", gritavam os manifestantes para o enviado da ONU, a quem acusavam de "simpatizar com Al-Saud," a família real saudita, segundo relata a AFP. 


A Arábia Saudita está liderando uma coalizão militar que tem bombardeado o Iêmen desde março de 2015, em apoio ao governo do presidente exilado Abd Rabbuh Mansur Hadi. A manifestação de hoje, convocada pelos rebeldes, terminou quando o enviado da ONU deixou o hotel e partiu para o aeroporto de Sanaa, segundo testemunhas.

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