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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

OTAN confessa: Rússia não é uma ameaça

A Rússia não representa uma ameaça para os aliados da OTAN e a Aliança está buscando uma relação mais de parceria com Moscou, disse o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, em entrevista à Deutsche Welle. 


Sputnik

"Não enxergamos a Rússia como uma ameaça inquestionável para qualquer aliado da OTAN" – confessou Stoltenberg.


Jens Stoltenberg, secretário-geral da OTAN
Jens Stoltenberg © AP Photo/ Thierry Monasse


O secretário-geral da Aliança destacou ainda que não se pode falar em uma nova Guerra Fria, já que, atualmente, não existem dois blocos militares em oposição, como acontecia entre os países do tratado de Varsóvia e a OTAN na segunda metade do século passado.

"Nos esforçamos para manter uma relação mais construtiva com a Rússia, porque ela é nossa vizinha" – acrescentou. 


Apesar disso, Stoltenberg admitiu que a defesa coletiva da OTAN aumentou consideravelmente em relação ao tempo da Guerra Fria, triplicando o número de suas forças de reação rápida para 40 mil militares.

Ele lembrou igualmente, que novos quatro batalhões de mil homens cada foram instalados este ano nos três países bálticos (Estônia, Letônia, Lituânia) e na Polônia, como parte de um aumento sem precedentes da presença militar da Aliança na Europa Oriental.

Este plano foi aprovado pela OTAN em julho com base numa política de contenção da Rússia, acusada pela Aliança de ter desestabilizado a situação na Ucrânia. Moscou, por sua vez, nega qualquer acusação de agressão contra si e considera como provocativa a presença ampliada das forças da OTAN nas imediações de suas fronteiras.



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