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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

OTAN confessa: Rússia não é uma ameaça

A Rússia não representa uma ameaça para os aliados da OTAN e a Aliança está buscando uma relação mais de parceria com Moscou, disse o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, em entrevista à Deutsche Welle. 


Sputnik

"Não enxergamos a Rússia como uma ameaça inquestionável para qualquer aliado da OTAN" – confessou Stoltenberg.


Jens Stoltenberg, secretário-geral da OTAN
Jens Stoltenberg © AP Photo/ Thierry Monasse


O secretário-geral da Aliança destacou ainda que não se pode falar em uma nova Guerra Fria, já que, atualmente, não existem dois blocos militares em oposição, como acontecia entre os países do tratado de Varsóvia e a OTAN na segunda metade do século passado.

"Nos esforçamos para manter uma relação mais construtiva com a Rússia, porque ela é nossa vizinha" – acrescentou. 


Apesar disso, Stoltenberg admitiu que a defesa coletiva da OTAN aumentou consideravelmente em relação ao tempo da Guerra Fria, triplicando o número de suas forças de reação rápida para 40 mil militares.

Ele lembrou igualmente, que novos quatro batalhões de mil homens cada foram instalados este ano nos três países bálticos (Estônia, Letônia, Lituânia) e na Polônia, como parte de um aumento sem precedentes da presença militar da Aliança na Europa Oriental.

Este plano foi aprovado pela OTAN em julho com base numa política de contenção da Rússia, acusada pela Aliança de ter desestabilizado a situação na Ucrânia. Moscou, por sua vez, nega qualquer acusação de agressão contra si e considera como provocativa a presença ampliada das forças da OTAN nas imediações de suas fronteiras.



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