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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

OTAN confessa: Rússia não é uma ameaça

A Rússia não representa uma ameaça para os aliados da OTAN e a Aliança está buscando uma relação mais de parceria com Moscou, disse o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, em entrevista à Deutsche Welle. 


Sputnik

"Não enxergamos a Rússia como uma ameaça inquestionável para qualquer aliado da OTAN" – confessou Stoltenberg.


Jens Stoltenberg, secretário-geral da OTAN
Jens Stoltenberg © AP Photo/ Thierry Monasse


O secretário-geral da Aliança destacou ainda que não se pode falar em uma nova Guerra Fria, já que, atualmente, não existem dois blocos militares em oposição, como acontecia entre os países do tratado de Varsóvia e a OTAN na segunda metade do século passado.

"Nos esforçamos para manter uma relação mais construtiva com a Rússia, porque ela é nossa vizinha" – acrescentou. 


Apesar disso, Stoltenberg admitiu que a defesa coletiva da OTAN aumentou consideravelmente em relação ao tempo da Guerra Fria, triplicando o número de suas forças de reação rápida para 40 mil militares.

Ele lembrou igualmente, que novos quatro batalhões de mil homens cada foram instalados este ano nos três países bálticos (Estônia, Letônia, Lituânia) e na Polônia, como parte de um aumento sem precedentes da presença militar da Aliança na Europa Oriental.

Este plano foi aprovado pela OTAN em julho com base numa política de contenção da Rússia, acusada pela Aliança de ter desestabilizado a situação na Ucrânia. Moscou, por sua vez, nega qualquer acusação de agressão contra si e considera como provocativa a presença ampliada das forças da OTAN nas imediações de suas fronteiras.



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