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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
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Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

OTAN confessa: Rússia não é uma ameaça

A Rússia não representa uma ameaça para os aliados da OTAN e a Aliança está buscando uma relação mais de parceria com Moscou, disse o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, em entrevista à Deutsche Welle. 


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"Não enxergamos a Rússia como uma ameaça inquestionável para qualquer aliado da OTAN" – confessou Stoltenberg.


Jens Stoltenberg, secretário-geral da OTAN
Jens Stoltenberg © AP Photo/ Thierry Monasse


O secretário-geral da Aliança destacou ainda que não se pode falar em uma nova Guerra Fria, já que, atualmente, não existem dois blocos militares em oposição, como acontecia entre os países do tratado de Varsóvia e a OTAN na segunda metade do século passado.

"Nos esforçamos para manter uma relação mais construtiva com a Rússia, porque ela é nossa vizinha" – acrescentou. 


Apesar disso, Stoltenberg admitiu que a defesa coletiva da OTAN aumentou consideravelmente em relação ao tempo da Guerra Fria, triplicando o número de suas forças de reação rápida para 40 mil militares.

Ele lembrou igualmente, que novos quatro batalhões de mil homens cada foram instalados este ano nos três países bálticos (Estônia, Letônia, Lituânia) e na Polônia, como parte de um aumento sem precedentes da presença militar da Aliança na Europa Oriental.

Este plano foi aprovado pela OTAN em julho com base numa política de contenção da Rússia, acusada pela Aliança de ter desestabilizado a situação na Ucrânia. Moscou, por sua vez, nega qualquer acusação de agressão contra si e considera como provocativa a presença ampliada das forças da OTAN nas imediações de suas fronteiras.



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