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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

OTAN continua reforço militar e envia nova brigada à Europa

Os EUA vão deslocar uma nova brigada armada para a Europa, bem como fornecer equipamentos e produtos para suportar o futuro reforço caso ele seja necessário, comunicou o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, nesta sexta-feira (18). 


Sputnik

“Hoje em dia os EUA continuam a manifestar seu empenho na segurança [regional] europeia. O país vai enviar uma nova brigada armada para a Europa e entregar equipamentos e produtos necessários para o reforço militar se este for necessário”, disse Stoltenberg ao discursar em um evento na Fundação German Marshall dos EUA, em Bruxelas. 


Secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenbeg, chefiando a reunião dos ministros da Defesa dos países-membros da aliança em Bruxelas, em 27 de outubro de 2016
Jens Stoltenberg, Secretário-geral da OTAN © REUTERS/ Francois Lenoir


Desde 2014, a OTAN tem intensificado sua presença militar na Europa, especialmente nos países europeus vizinhos da Rússia, usando como pretexto a alegada intervenção de Moscou no conflito ucraniano.

Moscou tem várias vezes rechaçado estas acusações e advertido a OTAN de que o reforço militar junto às suas fronteiras é provocatório e está ameaçando o equilíbrio existente.


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