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Turquia adverte exército sírio contra entrada em Manbij

O comunicado foi divulgado poucos dias depois de pelo menos quatro soldados americanos terem sido mortos em um atentado suicida na cidade de Manbij, no norte da Síria, cuja responsabilidade foi assumida pelo Daesh (grupo terrorista proibido em Rússia e em vários outros países).
Sputnik

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores turco, Hami Aksoy, alertou as Forças Armadas do governo sírio para que não tentassem entrar na cidade de Manbij, localizada no norte da Síria.


"Às Unidades de Proteção Popular curdas na Síria (YPG) não deveria ser permitido deixar que as forças do regime [do presidente sírio Bashar Assad] entrem em Manbij", disse Aksoy em uma entrevista coletiva na sexta-feira (18). Ele também destacou que "a retirada das tropas norte-americanas da Síria não deveria ajudar os terroristas das YPG e do Partido de União Democrática curdo (PYD)".

As declarações foram feitas depois que nesta quarta-feira (16) na cidade síria de Manbij ocorreu uma explosão em u…

OTAN continua reforço militar e envia nova brigada à Europa

Os EUA vão deslocar uma nova brigada armada para a Europa, bem como fornecer equipamentos e produtos para suportar o futuro reforço caso ele seja necessário, comunicou o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, nesta sexta-feira (18). 


Sputnik

“Hoje em dia os EUA continuam a manifestar seu empenho na segurança [regional] europeia. O país vai enviar uma nova brigada armada para a Europa e entregar equipamentos e produtos necessários para o reforço militar se este for necessário”, disse Stoltenberg ao discursar em um evento na Fundação German Marshall dos EUA, em Bruxelas. 


Secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenbeg, chefiando a reunião dos ministros da Defesa dos países-membros da aliança em Bruxelas, em 27 de outubro de 2016
Jens Stoltenberg, Secretário-geral da OTAN © REUTERS/ Francois Lenoir


Desde 2014, a OTAN tem intensificado sua presença militar na Europa, especialmente nos países europeus vizinhos da Rússia, usando como pretexto a alegada intervenção de Moscou no conflito ucraniano.

Moscou tem várias vezes rechaçado estas acusações e advertido a OTAN de que o reforço militar junto às suas fronteiras é provocatório e está ameaçando o equilíbrio existente.


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