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Por meio do Egito, Hamas pede a Israel que cesse fogo na Faixa de Gaza

O movimento Hamas pediu a Israel que cesse fogo por meio da mediação egípcia e prometeu interromper os confrontos na fronteira como parte do acordo, disse uma fonte política israelense à Sputnik.
Sputnik

"O Hamas teve um grande golpe ontem e o movimento pediu um cessar-fogo através do Egito, prometendo interromper o 'terror incendiário e nas cercas fronteiriças'", disse a fonte.

Segundo a mesma pessoa, Israel considera o Egito como fiador da implementação do cessar-fogo.

"Os egípcios são os garantidores nesta questão, mas em qualquer caso, o desenvolvimento da situação dependerá de ações reais. Se o Hamas violar o cessar-fogo, pagará um preço ainda maior", acrescentou a fonte.

Esses arranjos foram alcançados após bombardeios maciços das instalações do Hamas no enclave, que se seguiram ao assassinato de um soldado israelense na sexta-feira.

Este foi o segundo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, coordenado pelo Egito nas últimas duas semanas. No último sábado, a Fo…

OTAN continua reforço militar e envia nova brigada à Europa

Os EUA vão deslocar uma nova brigada armada para a Europa, bem como fornecer equipamentos e produtos para suportar o futuro reforço caso ele seja necessário, comunicou o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, nesta sexta-feira (18). 


Sputnik

“Hoje em dia os EUA continuam a manifestar seu empenho na segurança [regional] europeia. O país vai enviar uma nova brigada armada para a Europa e entregar equipamentos e produtos necessários para o reforço militar se este for necessário”, disse Stoltenberg ao discursar em um evento na Fundação German Marshall dos EUA, em Bruxelas. 


Secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenbeg, chefiando a reunião dos ministros da Defesa dos países-membros da aliança em Bruxelas, em 27 de outubro de 2016
Jens Stoltenberg, Secretário-geral da OTAN © REUTERS/ Francois Lenoir


Desde 2014, a OTAN tem intensificado sua presença militar na Europa, especialmente nos países europeus vizinhos da Rússia, usando como pretexto a alegada intervenção de Moscou no conflito ucraniano.

Moscou tem várias vezes rechaçado estas acusações e advertido a OTAN de que o reforço militar junto às suas fronteiras é provocatório e está ameaçando o equilíbrio existente.


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