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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

OTAN continua reforço militar e envia nova brigada à Europa

Os EUA vão deslocar uma nova brigada armada para a Europa, bem como fornecer equipamentos e produtos para suportar o futuro reforço caso ele seja necessário, comunicou o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, nesta sexta-feira (18). 


Sputnik

“Hoje em dia os EUA continuam a manifestar seu empenho na segurança [regional] europeia. O país vai enviar uma nova brigada armada para a Europa e entregar equipamentos e produtos necessários para o reforço militar se este for necessário”, disse Stoltenberg ao discursar em um evento na Fundação German Marshall dos EUA, em Bruxelas. 


Secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenbeg, chefiando a reunião dos ministros da Defesa dos países-membros da aliança em Bruxelas, em 27 de outubro de 2016
Jens Stoltenberg, Secretário-geral da OTAN © REUTERS/ Francois Lenoir


Desde 2014, a OTAN tem intensificado sua presença militar na Europa, especialmente nos países europeus vizinhos da Rússia, usando como pretexto a alegada intervenção de Moscou no conflito ucraniano.

Moscou tem várias vezes rechaçado estas acusações e advertido a OTAN de que o reforço militar junto às suas fronteiras é provocatório e está ameaçando o equilíbrio existente.


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