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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

OTAN pretende aumentar prontidão dos milhares de militares devido à 'agressão' russa

OTAN planeja colocar "centenas de milhares de militares" em regime de prontidão devido a crescente tensão com a Rússia, informa Times, citando o Secretário Geral da Aliança, Jens Stoltenberg. 


Sputnik

De acordo com o jornal, a liderança da OTAN pretende preparar um número significativo de militares terrestres para possível confronto contra a "agressão russa".


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Jens Stoltenberg, Secretário Geral da OTAN


Stoltenberg disse que, há anos, a Aliança observou o crescimento militar da Rússia, bem como o uso de ativa divulgação de tal crescimento entre seus aliados. Sendo assim, a OTAN “se vê obrigada a dar uma resposta” a Moscou com um reforço mais significativo de segurança coletiva desde o fim da Guerra Fria, disse ele.

“Nos exércitos dos países-membros da OTAN há bastante militares. Agora estamos examinando as opções de redução de tempo em prol do aumento dos militares destas tropas”, disse o secretário-geral da OTAN.


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