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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Pentágono: EUA continuarão apoiando parceiros na Síria em ofensiva contra Raqqa

O porta-voz oficial do Departamento de Defesa dos EUA, Peter Cook, declarou hoje (7), em entrevista coletiva, que Wasignton continuará apoiando seus parceiros na Síria durante a operação visando libertação da cidade de Raqqa, capital do autoproclamado califado do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico).


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A ofensiva de larga escala para isolar e, consequentemente, libertar Raqqa dos terroristas foi anunciada no domingo (6) pelas Forças Democráticas da Síria (SDF), lideradas por curdos. 


Fuzileiros navais norte-americanos em al-Qaim, perto da fronteira síria, oeste do Iraque
Fuzileiros navais norte-americanos na fronteira entre Iraque e Síria © AFP 2016/ USMC


"Elogiamos os esforços realizados por forças locais, que travam a batalha por Raqqa. Com a ajuda da coalizão, ele terão sucesso. Na realidade, as forças SDF já alcançaram progresso desde o início da ofensiva contra Raqqa, no sábado. Continuarem apoiando os parceiros "por terra" na Síria, quando eles começarem a bloquear Raqqa, e daremos continuidade a um trabalho estreito junto a todos os membros da coalizão para garantir o sucesso dessa operação e a eliminação do "câncer" Daesh" – disse o porta-voz do Pentágono.

Até o momento, o governo oficial de Damasco ainda não reagiu ao início desta ofensiva. Vale destacar que os EUA, que, segundo tudo indica, darão um apoio aéreo à esta operação, atuam em território sírio sem a autorização das autoridades legítimas desse país.

A operação em Raqqa deve se tornar a segunda grande ofensiva contra o Daesh (proibido na Rússia e em diversos países) nas últimas semanas. No início de outubro as forças armas do Iraque, apoiadas pelos EUA e grupos armados da região, iniciaram um operação para libertar a cidade iraquiana de Mossul, considerada a segunda capital deste grupo terrorista.



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