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China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

Por que todo Oriente Médio lucrará com base naval russa na Síria?

A Rússia reforçará as suas capacidades no combate ao terrorismo, modernizando e aperfeiçoando as suas facilidades no porto sírio de Tartus, disse à agência russa RIA Novosti o general egípcio Gamal Mazlum, acrescentando que Moscou ajudará outros países no Oriente Médio e na África do Norte de combater os grupos radicais.


Sputnik


"O acordo sobre a criação da base reforçará as capacidades russas na luta contra o terrorismo", disse o militar. 


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Base naval russa em Tartus, Síria

 
O passo também terá um impacto em toda a região. 


"Com efeito, a presença da Rússia [na Síria], ajudará as nações árabes na sua luta contra os grupos extremistas", sublinhou o general. Isso é especialmente importante se tivermos em conta que "os laços destes países com Washington enfraqueceram", acrescentou ele. 

Mazlum descreveu as relações entre o Egito e os EUA como parceria estratégica no período em que Hosni Mubarak foi presidente do país. Ambos os países se afastaram depois do começo da Primavera Árabe, da turbulência política que se seguiu e das eleições de Abdel Fattah al-Sisi como presidente atual do Egito. 

Além disso, a administração Obama reduziu o apoio a ações no Oriente Médio, particularmente quando se trata de instalação de militares norte-americanos. O presidente recém-eleito norte-americano Donald Trump também indicou que seguirá uma política externa menos expansiva. Em resultado, as relações dos EUA com alguns dos seus parceiros no Oriente Médio se tornaram menos claras.

Se Moscou assinar o acordo sobre a base naval em Tartus com Damasco, a Rússia será capaz de aumentar a sua presença no leste do Mediterrâneo, notou o general Mazlum.

"Não houve praticamente nenhuma presença russa [no Oriente Médio e na África do Norte], inclusive no Iraque, Iêmen, Egito, Síria, Líbia e Argélia, depois de colapso da União Soviética. Entretanto, a Rússia continuou cooperando com estes países como um sucessor legal da USSR", acrescentou. 


Washington aparentemente não ficará feliz com estes desenvolvimentos. Os políticos nos EUA verão a presença russa como pouco desejável, disse o analista. 

"Entretanto, agora a escala é diferente, isso pode ser um começo de maior envolvimento na região. Até há pouco, a Rússia estava presente somente no Mar Negro. Agora o país espalhou a sua influência para o leste do Mediterrâneo", disse o general. "Penso que a Rússia não deixará todo este espaço para os Estados Unidos".

O Ministério da Defesa da Rússia mantinha uma pequena presença naval no porto de Tartus desde 1977. Em outubro, oficiais do Ministério da Defesa da Rússia disseram que planejaram construir uma base completa nesta cidade portuária síria.

Os documentos oficiais do acordo em relação à base russa na Síria alegadamente estão na etapa final da sua aprovação.


Na segunda-feira (21), o presidente do Comitê da Defesa e Segurança do Conselho de Federação, Viktor Ozerov, disse à RIA Novosti que a base pode ser modernizada dentro de dois anos.


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