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Morte made in Brazil: conflitos no Oriente Médio alavancam exportação de armamento do país

Uma missão árabe chegou ao Brasil interessada na compra de cargueiros KC-390 fabricados pela Embraer. A visita é resultado do esforço do Grupo Parlamentar Brasil-Arábia Saudita, criado no início deste mês, para aproximar os dois países no campo de defesa militar.
Sputnik

O KC-390 vai substituir os Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira (FAB), é o maior avião produzido na América e foi concebido como um jato militar de transporte, anunciado pela primeira vez na edição de 2007 da Latin America Aero & Defence (LAAD), no Rio de Janeiro. A produção do avião, com capacidade para 23 toneladas de carga, envolve parcerias com fornecedores de peças de Argentina, Portugal e República Tcheca. Com um custo unitário de US$ 85 milhões, o KC-390, em fase final de testes, tem recebido propostas de compra de vários países.



A compra do cargueiro, porém, é apenas um detalhe na exportação brasileira de armamentos não só para a Arábia Saudita, como também para vários países do Oriente Médio e do Norte d…

'Possivelmente EUA prometeram Raqqa aos curdos em troca de sua presença militar na Síria'

Ministro das Relações Exteriores turco Mevlut Cavusoglu disse, que Washington prometeu a Ancara que as forças militares de curdos sírios apoiadas pelos EUA, após a conclusão da operação para libertar a cidade de Raqqa dos militantes do Daesh, vão abandona-la. 


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Ministro das Relações Exteriores turco Mevlut Cavusoglu disse, que Washington prometeu a Ancara que as forças militares de curdos sírios apoiadas pelos EUA, após a conclusão da operação para libertar a cidade de Raqqa dos militantes do Daesh, vão abandona-la. No entanto, os especialistas acreditam que após a libertação da Raqqa será difícil para os curdos não ficar com a cidade sob seu controle. E os Estados Unidos, tendo em conta seus planos para uma presença militar permanente no norte da Síria, não vão estorvar isso.


Combatentes das Forças Democráticas da Síria se preparam para disparar contra posições do Daesh na província de Raqqa, na Síria
Combatentes das Forças Democráticas da Síria © REUTERS/ Rodi Said

Na opinião de Haldun Solmazturk, ex-chefe da Direção de Segurança Internacional do Estado-Maior General das forças armadas turcas, ex-vice-presidente da CIOR, brigadeiro-general aposentado das tropas terrestres turcas, é pouco provável que os curdos abandonem Raqqa.

"É difícil imaginar que os curdos sírios, após uma conclusão bem sucedida da operação para libertar a cidade de Raqqa dos militantes do Daesh, irão deixar a cidade. No entanto, isso não significa que Raqqa vá se tornar parte da região federativa de Rojava. Hoje, na luta da coalizão internacional contra os militantes do Daesh, os EUA colocaram seus militares numa base temporária no norte da Síria, e lá já está funcionando um número de bases militares temporárias. Claro que os americanos estão interessados em as tornar permanentes. No entanto, a Síria é um estado independente e soberano com fronteiras claramente definidas. Agora, sem a coordenação com Damasco para a realização de planos para estabelecer na Síria bases permanentes norte-americanas, isso será impossível. Mas a situação pode mudar. Existe a possibilidade de uma divisão da Síria. Portanto, as promessas de Washington de que os curdos irão deixar Raqqa, na minha opinião, não são de confiança."



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