Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Regime sírio diz ter conquistado maior bairro rebelde de Aleppo

Com apoio dos aliados, tropas retomaram o setor de Massaken Hanano


France Presse

O exército sírio conquistou neste sábado o bairro do setor rebelde em Aleppo, no norte do país, informaram veículos oficiais.


Governo retomou bairro ocupado por rebeldes | Foto: George Ourfalian / AFP / CP
Governo retomou bairro ocupado por rebeldes | Foto: George Ourfalian / AFP / CP

A TV pública indicou que as forças armadas tinham "tomado o controle total do setor de Massaken Hanano", enquanto a agência de notícias oficial, Sana, reportou que operações de retirada de minas estavam em andamento. Também foi reportado que as tropas comandadas por Assad, com o apoio dos aliados, "inflaram pesadas perdas de pessoal e equipamentos nos terroristas que estavam nesssas áreas".

As unidades de engenharia do exército desmantelaram minas e dispositivos explosivos que os terroristas plantaram anteriormente nas praças e ruas do bairro. Mais tarde, uma fonte militar disse que as unidades do exército destruíram 8 veículos junto com os terroristas do autoproclamado Estado Islâmico, a bordo nas aldeias de al-Majboura e al-Qutbiya, na zona oriental de Aleppo. Pelo menos onze civis morreram.

Segundo o diretor do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), Rami Abdel Rahmane, "as forças do regime controlam 80% de Massaken Hanano e os 20% restantes ao alcance de disparos". Agora, restam "algumas poucas centenas de metros às forças do regime para cortar o setor rebelde em dois", o que isolaria o norte do sul.

Por causa dos violentos combates e dos ataques contra Massaken Hanano, dezenas de famílias que vivem nos bairros vizinhos de Sakhur e Haydariyé fugiram para o sul da parte rebelde da cidade, porque essa região também sentiu o impacto de projéteis, assim como outras zonas do leste de Aleppo. No total, 212 civis, entre os quais 27 crianças, morreram desde o início da ofensiva do regime no leste da cidade, no dia 15 de novembro.



Postar um comentário