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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Rússia abandona Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional

O presidente russo Vladimir Putin assinou o decreto segundo o qual a Rússia renuncia à participação no Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional (TPI). 


Sputnik

O respectivo documento foi publicado no portal oficial das informações jurídicas.
 

Putin ordenou encaminhar esse aviso ao secretário-geral da ONU. 

Sede do Tribunal Penal Internacional em Haia
Sede do Tribunal Penal Internacional em Haia © flickr.com/ Global Panorama

Segundo comunicou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, o TPI "não conseguiu se tornar uma entidade independente e prestigiosa" e "não justificou as esperanças" nele depositadas. 


O Estatuto de Roma, que entrou em vigor em 2002, é a base da atividade do TPI. A Rússia assinou o tratado em 2000, mas não o ratificou até o momento. Assim, a jurisdição do TPI não se estende à Rússia, bem como aos EUA, China, Ucrânia e a vários outros países. 

O Tribunal Penal Internacional começou a funcionar oficialmente em Haia no verão de 2002. O órgão se tornou o primeiro tribunal internacional permanente criado com base no acordo, e tem por objetivo apreciar processos referentes a delitos graves. O TPI não faz parte da estrutura da ONU, mas tem o poder de abrir processos com aval do Conselho de Segurança da ONU.

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