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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Rússia quer estender a pausa nas operações aéreas em Aleppo

Nem a Rússia, nem a Força Aérea da Síria atacaram o leste de Aleppo desde 18 de Outubro, anunciou na quinta-feira a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova. 


Sputnik

"A mídia ocidental silencia, a fim de evitar vítimas desnecessárias, que nem a Rússia, nem a Força Aérea da Síria desde 18 de Outubro realizaram ataques no leste de Aleppo, onde estão bloqueados milhares de militantes", disse ela. 


Situação em Aleppo
Combatentes em Aleppo © Sputnik/ Mikhail Alaeddin


O enviado especial da ONU sobre a Síria, Jan Egeland, acredita que a Rússia pretende continuar a pausa nas operações aéreas em Aleppo. 

Nos últimos meses, a situação em Aleppo se deteriorou drasticamente. A cidade e suas periferias vêm sofrendo combates pesados. O Ministério da Defesa da Federação Russa, em 18 de outubro, suspendeu voos sobre o território da cidade síria de Aleppo. Há mais de três semanas, não foram registrados ataques aéreos na região. O porta-voz do presidente da Rússia, Dmitry Peskov, em 7 de Novembro, disse que o Presidente considera adequado manter tal regime. 

"Eu tenho a nítida impressão de que eles (a Rússia — ed.) vão continuar a pausa nas operações aéreas", disse Egeland durante reunião. 

O conflito armado continua na Síria desde março de 2011. As tropas do governo seguem combatendo militantes de diferentes grupos armados.

Os dados sobre o número de vítimas do conflito são diferentes. Segundo a ONU, o número de mortes está entre 300 e 400 mil. O Instituto Russo de Estudos Orientais, através de dados da Instituição Síria de Estatística, conduziu sua própria investigação, que teve como resultado a cifra de 105 mil mortes.

Assim, de acordo com a pesquisa, as perdas do exército do governo sírio e das milícias foram estimadas em 45 mil pessoas, os militantes de organizações terroristas da comunidade local — 24 mil pessoas, a população civil — 36 mil. Além disso, uma grande parte da população civil morreu pelas mãos dos jihadistas e dos chamados oposição moderada. Foram mortos cerca de 18 mil mercenários estrangeiros de grupos terroristas na Síria, representantes de mais de 80 países. 


A Rússia, desde 30 de setembro de 2015, através de pedido do presidente sírio, Bashar Assad, realiza apoio militar na região, executando ataques aéreos contra posições terroristas na Síria.

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