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Única mulher a bordo do submarino argentino desaparecido é oficial pioneira

Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é a 'primeira submarinista' da Argentina. O ARA San Juan desapareceu com 44 tripulantes no Atlântico Sul.
G1

Única mulher no submarino militar argentino desaparecido com 44 tripulantes no Atlântico Sul, Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é descrita pela imprensa local como primeira oficial submarinista do país e da América do Sul. Ela ocupa o cargo de chefe de armas do ARA San Juan, que perdeu contato com a terra na sexta-feira (17).

Eliana nasceu em Oberá, na província de Misiones, no nordeste da Argentina, e só conheceu o mar aos 21 anos de idade, destaca o perfil do jornal "Clarín". Após se formar no ensino médio, ela se matriculou na Universidade de Misiones para fazer faculdade de Engenharia Industrial.

Duas tragédias familiares levaram Eliana a desistir do curso: a morte de um irmão, em um acidente de trânsito, e a morte da mãe, em decorrência de um problema cardíaco.

Em um perfil publicado em 2015 na revista "Viva", que …

Rússia quer estender a pausa nas operações aéreas em Aleppo

Nem a Rússia, nem a Força Aérea da Síria atacaram o leste de Aleppo desde 18 de Outubro, anunciou na quinta-feira a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova. 


Sputnik

"A mídia ocidental silencia, a fim de evitar vítimas desnecessárias, que nem a Rússia, nem a Força Aérea da Síria desde 18 de Outubro realizaram ataques no leste de Aleppo, onde estão bloqueados milhares de militantes", disse ela. 


Situação em Aleppo
Combatentes em Aleppo © Sputnik/ Mikhail Alaeddin


O enviado especial da ONU sobre a Síria, Jan Egeland, acredita que a Rússia pretende continuar a pausa nas operações aéreas em Aleppo. 

Nos últimos meses, a situação em Aleppo se deteriorou drasticamente. A cidade e suas periferias vêm sofrendo combates pesados. O Ministério da Defesa da Federação Russa, em 18 de outubro, suspendeu voos sobre o território da cidade síria de Aleppo. Há mais de três semanas, não foram registrados ataques aéreos na região. O porta-voz do presidente da Rússia, Dmitry Peskov, em 7 de Novembro, disse que o Presidente considera adequado manter tal regime. 

"Eu tenho a nítida impressão de que eles (a Rússia — ed.) vão continuar a pausa nas operações aéreas", disse Egeland durante reunião. 

O conflito armado continua na Síria desde março de 2011. As tropas do governo seguem combatendo militantes de diferentes grupos armados.

Os dados sobre o número de vítimas do conflito são diferentes. Segundo a ONU, o número de mortes está entre 300 e 400 mil. O Instituto Russo de Estudos Orientais, através de dados da Instituição Síria de Estatística, conduziu sua própria investigação, que teve como resultado a cifra de 105 mil mortes.

Assim, de acordo com a pesquisa, as perdas do exército do governo sírio e das milícias foram estimadas em 45 mil pessoas, os militantes de organizações terroristas da comunidade local — 24 mil pessoas, a população civil — 36 mil. Além disso, uma grande parte da população civil morreu pelas mãos dos jihadistas e dos chamados oposição moderada. Foram mortos cerca de 18 mil mercenários estrangeiros de grupos terroristas na Síria, representantes de mais de 80 países. 


A Rússia, desde 30 de setembro de 2015, através de pedido do presidente sírio, Bashar Assad, realiza apoio militar na região, executando ataques aéreos contra posições terroristas na Síria.

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