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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Terroristas planejavam atentados em lugares públicos de Moscou e São Petersburgo

A Agência Federal de Segurança da Rússia (FSB) informou neste sábado (12) que vários membros de grupos terroristas estavam planejando ataques em lugares públicos da capital russa Moscou e na cidade de São Petersburgo. 


Sputnik

Segundo a informação divulgada pelo FSB, os terroristas tinham planos de usar fuzis e explosivos durante os ataques. 


Foto de arquivo: funcionário do FSB durante uma detenção
FSB da Rússia

O comunicado destaca que foram detidos dez membros de um grupo criminoso que estavam preparando os ataques. Os detidos tinham bombas artesanais, armas e aparelhos de comunicação. 

"Como resultado da realização de operações de busca e investigação em Moscou e São Petersburgo, em 12 de novembro foram detidos 10 terroristas", diz o comunicado. 

Os suspeitos da preparação de atentados estão neste momento prestando declarações sobre seus contatos com chefes do grupo terrorista Daesh, proibido na Rússia. 

O FSB informou também que os detidos já confessaram quais eram seus alvos e quem são seus cúmplices na Rússia e no estrangeiro.

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