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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Tribunal Penal Internacional: CIA e exército dos EUA praticaram tortura no Afeganistão

A procuradora-chefe do Tribunal Penal Internacional (TPI), Fatou Bensouda, declarou que as provas a sua disposição até o presente momento permitem supor que a CIA e os militares norte-americanos no Afeganistão praticaram torturas e outros crimes de guerra durante interrogatórios. 

Sputnik

“A informação da qual dispomos no momento oferece fundamentos suficientes para supor que, durante o interrogatório dos detidos… membros das forças armadas dos EUA e da CIA recorreram a meios considerados pela comissão como crimes de guerra. Inclusive torturas, maus tratos, bem como crimes contra honra e violência”, afirmou a procuradora em seu relatório anual sobre investigações preliminares.
Ato da Witness contra tortura: continuo esperando por sua humanidade, diz a placa em inglês
Manifestação da Witness contra a tortura © flickr.com/ Justin Norman

Os Estados Unidos iniciaram uma operação militar no Afeganistão em 2001, com objetivo de derrubar o regime do grupo Talibã e de combater os terroristas da Al-Qaeda no país. Segundo plano original da atual administração norte-americana, as tropas dos EUA deveriam deixar completamente o país em 2014, No entanto, o governo Obama acabou por solicitar a permanência de uma parte do contingente para auxiliar as forças de segurança locais.

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