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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Após desativação do 1º/16º, FAB concentra caças A-1 em Santa Maria

Poder Aéreo

Com a transferência das aeronaves A-1 e A-1M do Esquadrão Adelphi (1°/16° GAV), a Força Aérea Brasileira concentra, a partir desta quinta-feira (15/12), a operação do modelo no Sul do país. A Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, abriga duas unidades aéreas, Centauro (3º/10º) e Poker (1º/10º), que já operam os mesmos vetores empregados em missões de ataque e reconhecimento armado, entre outras.


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De acordo com o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, o local foi o mais adequado para concentrar as aeronaves que passam por processo de modernização. “A Base [Aérea de Santa Maria] reúne condições favoráveis pela região em torno, pelo fato de existir um estande [de tiro de Saicã] nas proximidades. Isso tudo facilita o uso do avião naquela região. Facilita mais do que se mantivéssemos em Santa Cruz [zona oeste do Rio de Janeiro], onde o tráfego aéreo é mais intenso”, explica o oficial-general.

O Adelphi, sediado na Base Aérea de Santa Cruz (BASC), no Rio de Janeiro, foi desativado na segunda-feira (12/12). A data foi marcada por uma cerimônia militar com a presença do Comandante-Geral de Operações Aéreas (COMGAR), Tenente-Brigadeiro do Ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira, ex-comandantes e ex-integrantes, além de todo o efetivo.

A ação é a primeira a ser concretizada, dentre as que envolvem mudanças em unidades aéreas, e segue a programação de reestruturação administrativa e operacional proposta pelo Comando da Aeronáutica com o objetivo de concentrar serviços para reduzir custos e aumentar o investimento de recursos humanos e financeiros na atividade-fim da instituição. De acordo com o programa, o esquadrão deve ser reativado em Anápolis (GO) com a chegada da nova aeronave de combate, o F-39 (Gripen NG). O efetivo de 162 militares também foi transferido para unidades da FAB em Santa Maria, unidades aéreas e administrativas no Rio de Janeiro, Brasília (DF) e região Norte.

Os hangares em Santa Cruz passarão a ser ocupados pelo Esquadrão Puma (3º/8º GAV) que opera helicópteros H-36 Caracal.

Histórico – Criado em 7 de novembro de 1988, com a missão de capacitar o seu efetivo em ações de ataque, reconhecimento armado, controle aéreo avançado, interferência eletrônica, entre outras, o Adelphi foi a primeira unidade aérea da FAB a ser equipada com aviões de caça A-1. Adotou a palavra Adelphi como designação oficial da unidade e do código de seus pilotos, perpetuando assim uma tradição e uma justa homenagem à vida e às glórias obtidas durante a campanha da Segunda Guerra Mundial na Itália. Neste ano, completou 28 anos de criação e completou 2 mil horas de voo com aeronaves A-1 modernizadas.

Para o Tenente-Coronel Aviador Roberto Martire Pires, último comandante da unidade, o sentimento que predomina no momento de despedida é o de “missão cumprida”. “Por conduzir a Aviação de Caça para a quarta geração e romper a paralisia tecnológica que vivíamos até a nossa criação e implantar uma aeronave totalmente nova para a Força Aérea Brasileira. Uma implantação operacional transcorrida dentre as mais seguras do mundo, expressado nos dois prêmios internacionais recebidos de segurança de voo. Missão cumprida por entregar Adelphis capacitados para as áreas operacional, logística, tecnológica e de ensino, que contribuem com suas competências em toda a Força Aérea”, afirmou o oficial sobre a trajetória da unidade.

O oficial também lembrou que o grupo foi responsável por iniciar conceitos operacionais de técnica de emprego, navegação e ataque advindos da inédita participação na Red Flag, exercício operacional realizado nos Estados Unidos. “Hoje esses conceitos estão traduzidos nos voos de pacote de toda a FAB e na figura do mission commander”, complementou.



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