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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

Coalizão destrói armas capturadas pelo EI perto de Palmira

France Presse

Um bombardeio aéreo da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos destruiu o armamento pesado, que estava nas mãos do Estado Islâmico (EI) desde o último fim de semana, depois que o grupo recuperou a cidade síria de Palmira – informaram integrantes da coalizão nesta sexta-feira (16).


Coalizão destrói armas capturadas pelo EI perto de Palmira
Caças franceses Rafale a bordo do porta-aviões Charles de Gaulle, em operação no Mediterrâneo, como parte da coalizão internacional contra o grupo Estado islâmico - POOL/AFP/Arquivos

Uma ofensiva aérea na quinta-feira destruiu um sistema de artilharia antiaérea, 14 tanques, três sistemas de artilharia, veículos e dois prédios do EI, indicou a coalizão em um comunicado.

Acreditava-se que, entre as armas russas das quais o EI teria se apoderado perto de Palmira, havia modernos mísseis ar-terra (SAMs). Esses armamentos teriam dado aos extremistas a capacidade de derrubar aeronaves da coalizão, acrescentou a nota.

O ataque de quinta-feira (15) aconteceu perto do aeródromo militar Tiyas, próximo a Palmira. Essa cidade do oeste da Síria foi retomada pelo EI no último domingo (11), nove meses depois que seus milicianos foram expulsos pelos bombardeios russos e pelas forças do presidente Bashar al-Assad.

Os extremistas tomaram Palmira pela primeira vez em maio de 2015, quando destruíram templos da Era Romana protegidos pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e saquearam relíquias antigas.

Antes de Palmira voltar às mãos do grupo radical, as tropas russas e sírias pró-Assad concentraram nesta cidade suas operações contra o EI, e a coalizão liderada pelos Estados Unidos não estava particularmente ativa nessa zona.

A Casa Branca criticou a Rússia por perder o controle da área e acusou Moscou de se dedicar mais a ajudar Assad para retomar Aleppo do que na luta contra o EI.



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