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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Coreia do Norte quer se tornar potência nuclear

Ex-embaixador do país comunicou que a Coreia do Norte planeja efetuar mais um teste nuclear durante a corrida presidencial da Coreia do Sul e, depois disso, irá se dedicar a negociações internacionais. 


Sputnik

Em 23 de dezembro, Thae Yong-ho, ex-embaixador da Coreia do Norte em Londres, disse ao Comitê Parlamentar da Inteligência da Coreia do Sul que Pyongyang enviou documentos para missões no exterior sobre realização do sexto e sétimo teste nuclear para o ano que vem, informou a KBS. 

Soldado do Exército da Coreia do Norte
Soldado da Coreia do Norte © AP Photo/ Wong Maye-E, File

"Em particular, trata-se do preparo quanto à realização de teste nuclear durante as eleições presidenciais na Coreia do Sul", cita The Korea Times as palavras de Thae que se referem a declarações de deputados do país. 

Thae desertou para a Coreia do Sul em julho, tornando-se maior figura diplomata a fazê-lo. Essa foi a sua primeira aparência em público.
Segundo o ex-embaixador norte-coreano, o líder Kim Jong-un deseja que o seu país seja reconhecido como maior potência nuclear e, quando cumprida essa meta, tentará resolver o conflito internacional através do diálogo. Thae comunicou que o presidente espera receber reconhecimento até julho de 2017, quando o próximo congresso do Partido dos Trabalhadores será realizado, conforme a KBS.

A realização dos testes coincide com a chegada da nova administração nos EUA e com as prováveis eleições presidenciais sul-coreanas. Tudo indica que as eleições presidenciais da Coreia do Sul sejam realizadas antes do previsto devido ao impeachment da presidente Park Geun-hye. O mandato deveria ser concluído em fevereiro de 2018. O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul tem seis meses para decidir se vai destituí-la ou restituí-la, acrescentou The Korea Times.

Thae comunicou que a Coreia do Norte aguarda mudanças: 

"Pyongyang espera que as dúvidas sobre a ineficiência das sanções contra a Coreia do Norte ganhem força em breve. Além disso, [a Coreia do Norte] almeja que a Coreia do Sul mude sua política interior", The Korea Times cita as palavras do membro do Parlamento da Coreia do Sul. 

A Coreia do Norte efetuou o seu quinto teste nuclear em Setembro. As negociações internacionais sobre o fim do programa nuclear, que inclui a Coreia do Norte, Coreia do Sul, Rússia, Japão e EUA, estão sendo realizadas desde 2008.

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