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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Embaixador da Rússia é morto a tiros na Turquia

Ministério do Exterior russo confirma morte de diplomata após ataque em galeria de arte em Ancara. Atirador é identificado como um policial fora de serviço e gritou "não esqueçam Aleppo!" ao efetuar disparos.


Deutsch Welle

O embaixador da Rússia na Turquia, Andrei Karlov, morreu após ter sido baleado por um desconhecido no início da noite desta segunda-feira (19/12) na capital, Ancara, confirmou uma porta-voz do Ministério do Exterior russo.


Karlov foi baleado ao discursar em galeria de arte
Karlov foi baleado ao discursar em galeria de arte

O ataque ocorreu quando Karlov, de 62 anos, discursava na abertura de uma exposição fotográfica numa galeria de arte. A agência de notícias Anadolu afirmou que o responsável pelo ataque foi "neutralizado".

Fotos publicadas pelo jornal turco Hurriyet mostram ao menos dois homens de terno deitados no chão enquanto outro homem segurava uma arma. Dois membros das forças de segurança turcas identificaram o atirador como um policial que estava fora de serviço.

O Ministério do Exterior russo confirmou que o embaixador, na Turquia desde 2013, foi hospitalizado após ter sido gravemente ferido, mas não resistiu aos ferimentos.

"Quando o embaixador fazia um discurso, um homem alto que usava um terno disparou primeiro para o ar e depois apontou para o embaixador", disse Hasim Kilic, correspondente do jornal Hurriyet, à agência de notícias AFP. "Ele mencionou algo sobre 'Aleppo' e 'vingança'", acrescentou.

Imagens na internet mostram que o atirador gritou em árabe "Não esqueçam Aleppo! Não esqueçam a Síria!". Ele também gritou Allahu akbar, a expressão árabe para "Deus é grande".

O ataque aconteceu na galeria de arte Cagdas Sanatlar Merkezi, no distrito de Cankaya, onde estão localizadas várias embaixadas estrangeiras, incluindo a da Rússia. O atirador, que vestia terno e gravata, disparou oito tiros, segundo testemunhas.

O porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, afirmou às agências de notícias que o presidente Vladimir Putin já tomou conhecimento do atentado e que irá se reunir com os serviços de inteligência.

O ataque ocorreu após dias de protestos na Turquia sobre o papel da Rússia na Síria, embora Moscou e Ancara estejam trabalhando em conjunto para retirar cidadãos de Aleppo. Manifestantes na Turquia acusaram Moscou de violar direitos humanos em Aleppo.

A Rússia apoiar militarmente o regime de Bashar al-Assad, enquanto a Turquia se posiciona ao lado dos rebeldes que tentam derrubar o presidente sírio. Ataques aéreos russo foram fundamentais para o avanço das tropas do governo na parte oriental de Aleppo.


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