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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Estado Islâmico diz que autor de ataque em Berlim é 'soldado' do grupo

Ataque foi feito em resposta a apelos para alvejar cidadãos de países da coalizão, diz agência do grupo extremista.

G1

O grupo extremista Estado Islâmico (EI) afirmou, por meio de sua agência "Amaq news" que o autor de ataque a uma feira natalina em Berlim é um "soldado" do califado, informa o grupo SITE Intel Group, que monitora grupos jihadistas pela internet.



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"O executor da operação... em Berlim é um soldado do Estado Islâmico e ele executou a operação em resposta aos apelos para alvejar cidadãos de países da coalizão", diz a agência.

Este é o terceiro ataque com veículo reivindicado pelo EI neste ano, de acordo com a diretora do SITE Intel Group, Rita Katz. Os outros dois foram o de Nice, na França, quando mais de 80 pessoas foram atropeladas, e o de Ohio, nos Estados Unidos, quando nove pessoas foram feridas em universidade.


O Estado Islâmico já divulgou um vídeo que ensina, passo a passo, como qualquer um pode promover um ataque sem o uso de armas de fogo.


Mais cedo, a chanceler alemã, Angela Merkel, já tinha confirmado que o massacre resultou de um "ataque terrorista".


Nesta segunda, um caminhão invadiu uma feira natalina na praça Breitscheid em Berlim, deixando 12 mortos e 48 feridos que foram levados a hospitais. Metade deles já recebeu alta. O ataque aconteceu por volta das 20h locais (17h, no horário de Brasília), quando muitos turistas e moradores faziam compras em uma movimentada feira de Natal de Berlim.


Um suspeito de ser o motorista do caminhão - um paquistanês requerente de asilo - chegou a ser preso, mas foi liberado nesta terça pouco antes do comunicado do Estado Islâmico, por falta de provas. Um polonês foi encontrado morto no caminhão com sinais de golpes. A transportadora para qual ele trabalhava disse que ele era contratado como condutor, mas que não tinha razões para promover o ataque.


A polícia suspeita que o veículo foi roubado na Polônia. A pessoa que conduziu o caminhão no momento do ataque estaria foragida. "Talvez tenhamos um criminoso perigoso na região e isto, obviamente, deixa as pessoas nervosas", advertiu o chefe da polícia berlinesa, Klaus Kandt. "Obviamente, estamos aumentando as medidas de segurança. Agora é necessário um nível de alerta elevado", acrescentou.


Pouco depois que o suspeito foi liberado, o ministro alemão do Interior Thomas de Maiziere disse que não há dúvidas de que se trata de um ataque, mas que os motivos ainda não estão claros. Segundo de Maiziere, a polícia está seguindo várias pistas.


Ele também disse que ainda não se sabe se há estrangeiros entre as vítimas, mas que nenhuma criança morreu no ataque.


Solidariedade


A matança provocada na noite de segunda na capital alemã tem gerado uma onda de solidariedade internacional, especialmente na França, país europeu que mais sofreu ataques extremistas.


O presidente francês François Hollande telefonou para a chanceler alemã Angela Merkel e expressou, novamente, "o mais profundo pesar, amizade e solidariedade de toda a França".


"O combate sem piedade contra o terrorismo não deve afetar nem os valores, nem a forma de viver" das democracias, declararam os dois líderes após a conversa telefônica.


"O presidente da República e a chanceler confirmaram a total mobilização dos serviços de segurança francês e alemão para lutar contra a praga do terrorismo, e contra a implementação de medidas decididas no nível europeu", segundo um comunicado publicado pela presidência francesa.


"Os franceses sabem a importância desses gestos de apoio durante as sombrias horas do luto", acrescentou.



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