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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

EUA anunciam maior devolução territorial ao Japão desde 1972

As Forças Armadas dos EUA expressaram sua disponibilidade para devolver ao Japão terrenos que os militares utilizavam para efetuar treinamentos. Segundo informou a agência Kyodo, a cerimonia de transmissão está marcada para quinta-feira (22). 


Sputnik

A área do terreno é de 4.000 hectares: é a maior parcela de território a entregar aos japoneses pelos EUA após o retorno da ilha de Okinawa para o controle do Japão em 1972.

Base aérea de Futenma, prefeitura de Okinawa ( US Marine Corps Air Station)
Base aérea norte-americana em Okinawa, Japão © AFP 2016/ TOSHIFUMI KITAMURA

Segundo dados da agência, em troca, foram construídos seis heliportos na mesma região que, provavelmente, serão usados para decolagem e aterrissagem de convertiplanos americanos Osprey. Uma dessas aeronaves caiu recentemente perto das costas de Okinawa, criando preocupação dos habitantes locais.

O governador de Okinawa, Takeshi Onaga, que está tentando fazer sair os Osprey para fora da prefeitura, não vai participar da cerimônia de transmissão do terreno, afirmou a Kyodo. 

"A redução da área de treinamentos não viola nossas obrigações e capacidades de cooperar com o governo do Japão e com os nossos colegas japoneses das Forças de Autodefesa", cita a edição as palavras do tenente-general Laurence Nicolson, comandante das tropas americanas em Okinawa. 

Apesar do retorno do terreno, 70 por cento de todas as instalações militares dos EUA no Japão continuarão localizadas em Okinawa. Conforme dados da administração de Okinawa, quase 26 milhares de soldados americanos e 19 milhares de membros de suas famílias e cidadãos americanos permanecem na ilha.

Os residentes da ilha creem que o retorno de 4.000 hectares não é suficiente. Eles expressaram reiteradamente sua indignação pelas atividades das bases militares dos EUA e pelos crimes que os militares americanos cometeram na prefeitura. O governador de Okinawa, apoiado pelos residentes da ilha, insiste na redução da presença militar dos EUA na ilha de Okinawa em geral.

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