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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

EUA não querem MANPADS na Síria, apesar de terem liberado fornecimento de armas

Os EUA “não querem” que sistemas portáteis de defesa aérea (MANPADS) cheguem à Síria, apesar de o presidente Barack Obama ter suspendido as restrições de ajuda militar ontem (8), segundo disse o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Mark Toner, em um briefing nesta sexta-feira (9). 


Sputnik

Mais cedo nesta sexta, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, alertou que os MANPADS poderiam cair nas mãos de terroristas depois que Obama renunciou às restrições legais ao fornecimento de artigos de defesa às forças estrangeiras na Síria. 


Rebelde sírio portando um MANPADS em Teir Maalah, norte de Homs, abril de 2016
Terrorista com MANPAD em Homs, Síria © AFP 2016/ MAHMOUD TAHA


"Nossa posição em relação aos MANPADS não mudou", disse Toner. "Nós não queremos ver esse tipo de armamento entrando na Síria".
 

Obama renunciou às restrições, explicou Toner, para que os Estados Unidos pudessem reforçar as forças locais na Síria para derrotar o grupo terrorista Daesh (autodenominado Estado Islâmico).

Um funcionário da administração do governo dos EUA disse à Sputnik na quinta-feira que Obama levantou as restrições para facilitar a ofensiva de retomada da cidade de Raqqa. 


Em outubro, a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, disse que Moscou estava ciente de casos em que militantes sírios perto de Aleppo obtiveram MANPADS fabricados nos Estados Unidos.


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