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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

EUA negam apoiar grupos terroristas na Síria, como acusou Erdogan

Presidente Turco afirmou que americanos respaldam jihadistas; governo dos EUA escreveu resposta.


EFE

A embaixada dos Estados Unidos em Ancara publicou nesta quarta-feira (28) um comunicado no qual nega categoricamente que Washington apoie "grupos terroristas" como o Estado Islâmico (EI) e milícias curdas, como afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan. 

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Recep Tayyip Erdogan

"O governo dos Estados Unidos não apoia o Daesh [sigla em árabe do Estado Islâmico]. Não criou nem apoiou o Daesh no passado. As afirmações de que o apoia não são certas", diz o comunicado, disponível em turco e inglês no site da embaixada.

Erdogan se queixou ontem que a coalizão antijihadista liderada pelos Estados Unidos, uma iniciativa militar fundada em 2014 e composta por 68 países, entre eles a Turquia, não só não faz o suficiente para acabar com o Estado Islâmico como respalda "grupos terroristas".

Entre esses grupos, o presidente turco incluiu as milícias curdo-sírias Unidades de Proteção Popular (YPG) e seu braço político Partido da União Democrática (PYD), que são reconhecidos aliados dos Estados Unidos na luta contra o Estado Islâmico.

O governo da Turquia considera terroristas as YPG e o PYD por seus vínculos com o grupo armado Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), ativo em solo turco.

"O que disseram as forças da Coalizão? 'Lutaremos contra Daesh com todas as nossas forças'. Inclusive nos acusaram de apoiar o Daesh. Mas agora já não há nada disso. Ao contrário: eles apoiam organizações terroristas como YPG e PYD, inclusive o Daesh", disse Erdogan.

"É muito óbvio, está tudo documentado, temos imagens, fotografias, vídeo e documentos", disse o presidente turco, sem esclarecer que tipo de apoio ou a que grupo armado se referia.

A embaixada americana respondeu de forma igualmente categórica: "O governo dos Estados Unidos não proporcionou armas nem explosivos ao YPG nem ao PKK, ponto".

Tal resposta contradiz um comunicado do Pentágono, que em outubro de 2014 afirmava que aviões militares americanos tinham lançado pacotes de "armas, munição e remédios proporcionados pelas autoridades curdas no Iraque às forças curdas" que defendiam naquele momento a cidade síria de Kobane contra o assédio do Estado Islâmico.

O comunicado da embaixada acrescenta que Washington continua trabalhando estreitamente com Ancara para derrubar o Daesh, em uma aparente resposta à queixa recorrente de que a coalizão não ajuda as tropas turcas em Al-Bab, bastião da milícia jihadista no noroeste da Síria.

"Isto inclui discussões sobre como podemos apoiar melhor a oposição síria e as forças turcas que enfrentam o Daesh ao redor de Al-Bab", detalha o comunicado.


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