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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Exército sírio liberta 93% de Aleppo oriental

Na parte oriental de Aleppo foram libertados 52 bairros, o exército sírio controla 93% do território da cidade, declarou Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas. 


Sputnik

"Em resultado de ofensivas bem-sucedidas, foram libertados 52 bairros de Aleppo oriental. Apenas durante os quatro últimos dias o território controlado por terroristas diminuiu em um terço. O exército sírio controla 93% do território da cidade", disse Rudskoy. 


Cidade síria de Aleppo vista da Cidadela em 11 de dezembro de 2009 (foto de arquivo)
Aleppo, Síria © REUTERS/ KHALIL ASHAWI


Mais de 3 mil civis regressaram a suas casas durante os últimos três dias, declarou o tenente-general Sergei Rudskoy. 

De acordo com ele, os oficiais do Centro para Reconciliação fazem tudo para que os sírios possam voltar para as suas casas e ajudam os que fugiram dos terroristas.

Rudskoy frisou que no futuro mais próximo os sírios poderão regressar a todos os povoados libertados dos terroristas.

Ele destacou que o Centro russo só nos últimos dias entregou 270 toneladas de ajuda humanitária com comida e medicamentos. Também foram instaladas cozinhas de campanha para abastecer os moradores com comida quente. 


Os sapadores russos, durante o último dia, neutralizaram minas em 21 instalações, entre elas duas escolas e duas mesquitas. De acordo com Rudskoy, em primeiro lugar a atenção foi dada às infraestruturas mais importantes e às estradas principais. 

Falando dos extremistas que deixaram Aleppo de modo voluntário, Rudskoy disse que mais de mil extremistas saíram da cidade. 

"No total deixaram Aleppo 1096 extremistas, 953 deles foram anistiados, em relação aos outros estão sendo realizadas investigações", disse ele. 

Rudskoy destacou que é assim que as autoridades cumprem suas obrigações para que os civis possam voltar à vida pacífica.

Sergei Rudskoy comunicou que os civis que fugiram dos terroristas falam dos crimes cometidos pelos representantes da chamada “oposição moderada”. De acordo com testemunhas, eles executam e torturam pessoas.

"Os civis salvos dos terroristas informam sobre novos crimes cometidos pelos extremistas da chamada 'oposição moderada' nos bairros orientais do Aleppo. Foram confirmados fatos de torturas, sevícias, execuções públicas e assassinatos sem motivo da população", disse Rudskoy. 


O alto responsável militar russo também sublinhou que a aviação russa não realiza ataques desde 18 de outubro. 


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