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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Exército sírio se apodera de principal distrito de Aleppo

Retomada de território ocorreu após Estado Islâmico tomar no domingo (11) a cidade de Palmira.


Por G1, com informações da France Presse


O exército sírio se apoderou distrito do principal distrito de Aleppo na madrugada desta segunda-feira (12), segundo informações da France Presse. A retomada de território ocorreu após o Estado Islâmico voltar a tomar no domingo (11) a antiga cidade de Palmira, após a retirada das tropas do exército sírio. 

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Aleppo, Síria | Reuters

O distrito de Sheikh Saeed está agora sob o controle das forças armadas leais ao presidente Bashar Al Asad após duras batalhas travadas desde a tarde anterior, disse o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).

O Ministério da Defesa da Rússia disse que 728 rebeldes sírios se mudaram para o oeste de Aleppo nas últimas 24 horas.

O órgão russo também disse que 13.346 civis deixaram os distritos controlados pelos rebeldes de Aleppo durante o mesmo período.

EI toma Palmira

 
Na primeira admissão oficial do governo de que Palmira havia sido retomada pelos militantes, o governador da província síria de Homs Talal Barazi, afirmou à TV Ikhbariyah que o exército se retirou da cidade diante do avanço dos combatentes do EI.

A retomada de Palmira pelos extremistas já tinha sido divulgada pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). "Apesar dos ataque aéreos, o Estado Islâmico reconquistou toda a cidade de Palmira depois que o exército [sírio] se retirou do sul da cidade", informou Rami Abdel Rahman, diretor da ONG.

Ao menos 120 integrantes das forças leais ao presidente sírio Bashar al-Assad morreram nos combates, acrescentou a ONG baseada em Londres.

A agência de notícias Amaq, do grupo radical, também havia divulgado a retomada total do controle da cidade.

Os radicais começaram as ofensivas contra Palmira na quinta-feira. Na manhã deste domingo, o grupo chegou a se retirar do local em função de violentos bombardeios da aviação russa que mataram diversos extremistas (a Rússia é aliada do governo sírio). Mas retomou o controle da cidade histórica mais tarde.

O Estado Islâmico tinha tomado o controle de Palmira em maio de 2015 e foi expulso pelo regime em março passado, com a ajuda da Rússia. Nos últimos dias, porém, o grupo radical retomou as ofensivas contra a cidade.

Durante a ocupação da chamada "pérola" do deserto sírio, o grupo extremista destruiu vários artefatos históricos.


 
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