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Venezuela está disposta a 'defender soberania e independência de Nicarágua'

Jorge Arreaza, chanceler da Venezuela, avisou da capital nicaraguense, Manágua, que o presidente Nicolás Maduro está disposto a apoiar a Nicarágua em defesa de sua soberania se for necessário.
Sputnik

"Se [nós] o povo bolivariano, os revolucionários da Venezuela, tivéssemos que vir à Nicarágua para defender a soberania e a independência nicaraguense, e oferecer nosso sangue pela Nicarágua, iríamos como Sandino, até à montanha de Nueva Segovia", expressou Arreaza.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela fez essas declarações durante a comemoração dos 39 anos do triunfo da Revolução Sandinista em Nicarágua, país para o qual viajou em 19 de julho.

O socialismo, enfatizou Arreaza, é o caminho certo, e assegurou que a Venezuela passou por uma situação semelhante da qual a Nicarágua enfrenta desde abril deste ano.

"Caros compatriotas, dizemos-lhes porque vivemos essa mesma experiência que vocês vivem nos últimos meses, nós as chamamos de guarimbas [termo para protesto popu…

Fonte na Casa Branca explica o motivo da liberação do fornecimento de armas para Síria

A liberação de fornecimento de armas aos aliados dos EUA na Síria está relacionada à operação para libertação de Raqqa do domínio do Daesh, informou à Sputnik um representante da Casa Branca.


Sputnik


Nesta quinta-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama, revogou o embargo de fornecimento de armas para Síria, que é considerada por Washington como um país patrocinador do terrorismo. O memorando correspondente foi encaminhado aos chefes do Departamento de Estado e do Pentágono. 


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Barack Obama, presidente dos EUA

“Essa liberação, solicitada pelo ministério da Defesa e assinada hoje pelo presidente, permite o fornecimento de equipamentos aos parceiros que estão preparando a campanha em Raqqa, a medida que nós ampliamos e fortalecemos os laços com as forças contrárias ao Daesh”, explicou o interlocutor da agência. 


“Síria é um Estado patrocinador do terrorismo. Desse modo, de tempos em tempos, o presidente precisa revogar os embargos pois, caso contrário, os militares dos EUA ficarão proibidos de fornecer armas aos nossos parceiros, que realizam operações antiterroristas na Síria”, disse a fonte na administração norte-americana. 

Desde 2014, os EUA realizam ataques aéreos na Síria contra o grupo terrorista Daesh, sem autorização dos governo deste país. Além disso, equipes das forças especiais americanas atuam na república árabe, oferecendo suporte aos opositores do presidente sírio Bashar Assad no combate ao terrorismo.

Raqqa é considerada a capital não oficial do Daesh na Síria e segundo centro do grupo terrorista na região, depois de Mossul (Iraque). A cidade de aproximadamente 300 mil habitantes foi tomada pelos jihadistas em 2013. As forças da oposição síria vem realizando uma operação de bloqueio à cidade nos últimos meses, no âmbito dos preparativos para a sua libertação.



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