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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Força Aérea dos EUA alarmada com mísseis hipersônicos russos

Os EUA estão ficando cada vez mais para trás na corrida tecnológica a mísseis hipersônicos em comparação com a Rússia e a China, diz Washington Free Beacon, citando uma pesquisa efetuada pela Força Aérea norte-americana. 

Sputnik

"A China e a Rússia já estão conduzindo testes de armas manobráveis de alta velocidade que representam uma ameaça para as forças norte-americanas de posição avançada e até para a parte continental dos EUA", frisa o documento.
Míssil hipersônico Moskit lançado de um navio durante os exercícios realizados no mar do Japão
Lançamento do míssil hipersônico Moskit © Sputnik/ Ildus Gilyazutdinov
É a primeira vez que os militares norte-americanos manifestaram em um documento oficial sua preocupação com a disposição de forças na corrida armamentista global.

A competição se desenrolou à volta dos mísseis hipersônicos capazes de efetuar ataques tanto nucleares como convencionais, sublinha o portal Washington Free Bacon. Estes dispositivos podem voar a uma velocidade 5 vezes maior que a do som e manobrar sem serem detectados pelos sistemas antimísseis existentes hoje e que foram desenvolvidos para combater mísseis balísticos.

O presidente do painel de autores do relatório, Mark Lewis, destaca que os novos armamentos de Moscou e Pequim são capazes de alterar o modo como os militares norte-americanos entendem a estratégia de "alerta global" e os conceitos de poderio militar e sua abrangência. 
"A ofensiva e a defesa são dois lados da mesma medalha. Tal como nos anos da Guerra Fria, a única ferramenta segura de contenção de armamentos hipersônicos é o perigo de um contra-ataque simétrico", declara Lewis, citado pelo portal. 
Segundo diz o diretor-geral da corporação russa Takticheskoe Raketnoe Vooruzhenie (Corporação de Mísseis Táticos), Boris Obnosov, a Rússia pode obter armamentos hipersônicos no início da próxima década. 
Segundo destaca o novo conceito da política externa da Rússia, assinado nesta semana pelo presidente russo, Vladimir Putin, Moscou defende a cooperação construtiva com os EUA na esfera de controlo de armamentos, mas as negociações sobre uma redução ulterior das forças estratégicas de ataque são possíveis apenas no caso de serem levados em conta todos os fatores que influem na estabilidade. Neste sentido, o conceito considera a criação do sistema antimísseis norte-americano como uma ameaça para a Rússia.

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