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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

Forças Armadas da Ucrânia fracassam na tentativa de romper defesa de Lugansk

As tentativas das forças de segurança ucranianas de romper a defesa da autoproclamada República Popular de Lugansk (LNR), nas regiões de Kalinovka e Logvinovo, falharam, de acordo com o centro de informação de Lugansk, que citou o chefe do Departamento da Polícia Popular, coronel Oleg Anaschenko.


Sputnik

No domingo (18), a assessoria de imprensa da Polícia Popular de Lugansk informou que as forças ucranianas deram início a uma ofensiva. Segundo autoridades da LNR, a batalha resultou na morte de dez oficiais das Forças Armadas da Ucrânia; mais de vinte saíram feridos. As milícias também sofreram perdas: duas pessoas ficaram feridas e duas estão desaparecidas.


A situação na região de Lugansk
Soldados em Lugansk © Sputnik/ Valery Melnikov

Anteriormente, o representante oficial da Polícia Popular da LNR, Andrei Marochko, comunicou que as milícias conseguiram repelir o ataque em Kalinovka. Depois disso, militares ucranianos bombardearam um ponto nos arredores de Logvinovo, localizado perto de Kalinovka. 


Kiev lançou uma operação militar em Donbass em abril de 2014, depois que os moradores locais se recusaram a reconhecer as novas autoridades ucranianas, que chegaram ao poder como resultado de um golpe patrocinado pelo Ocidente. 

Em fevereiro de 2015, as autoridades de Kiev e partidários da independência de Donbass assinaram um acordo de paz em Minsk. O acordo estipula um cessar-fogo completo, retirada de armas da linha de contato no leste da Ucrânia, bem como reformas constitucionais que dariam um estatuto especial às repúblicas separatistas de Donetsk e Lugansk. Apesar do acordo, o regime de cessar-fogo é regularmente violado, com as duas partes acusando-se mutuamente de violações múltiplas, prejudicando os termos do acordo.



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