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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Fragata ‘Niterói’ comemora seu 40º aniversário

Alexandre Galante | Poder Naval

Em 21 de novembro, a bordo da Fragata ”Niterói”, foi realizada a cerimônia alusiva ao 40º aniversário do navio, presidida pelo Comandante em Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Celso Luiz Nazareth, e contou com a presença de oito ex-Comandantes, incluindo o Almirante de Esquadra João Baptista Paoliello, primeiro Comandante do navio. 


F40 Niterói 013a
Foto Poder Naval – Alexandre Galante

Líder do projeto Mk.10 da Vosper Thornycroft Ltd (baseado na Type 21 da Royal Navy) de seis navios construídos especialmente desenhados e construídos para atender especificações técnicas do Brasil, a incorporação da fragata Niterói em 1976 foi seguida pela Fragata “Defensora” em 1977, as Fragatas “Constituição” e “Liberal” em 1978, a Fragata “Independência” em 1979 e a Fragata “União” em 1980. O Navio-Escola Brasil também teve seu casco baseado na classe Niterói.

A classe Niterói quando entrou em operação representava o estado-da-arte em matéria de navios de guerra, com seu sistemas de armas computadorizado e dotado de mísseis antissubmarino, antiaéreos e antinavio. Os navios proporcionaram um salto tecnológico de 30 anos em relação ao material empregado pela MB na época.

O editor do Poder Naval, Alexandre Galante, foi tripulante da fragata Niterói, do início de 1987 a meados de 1988. Trabalhou na vigilância e na equipe de manobra e crash responsável pelo lançamento e recuperação do helicóptero embarcado Westland Lynx.


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