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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Fragata ‘Niterói’ comemora seu 40º aniversário

Alexandre Galante | Poder Naval

Em 21 de novembro, a bordo da Fragata ”Niterói”, foi realizada a cerimônia alusiva ao 40º aniversário do navio, presidida pelo Comandante em Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Celso Luiz Nazareth, e contou com a presença de oito ex-Comandantes, incluindo o Almirante de Esquadra João Baptista Paoliello, primeiro Comandante do navio. 


F40 Niterói 013a
Foto Poder Naval – Alexandre Galante

Líder do projeto Mk.10 da Vosper Thornycroft Ltd (baseado na Type 21 da Royal Navy) de seis navios construídos especialmente desenhados e construídos para atender especificações técnicas do Brasil, a incorporação da fragata Niterói em 1976 foi seguida pela Fragata “Defensora” em 1977, as Fragatas “Constituição” e “Liberal” em 1978, a Fragata “Independência” em 1979 e a Fragata “União” em 1980. O Navio-Escola Brasil também teve seu casco baseado na classe Niterói.

A classe Niterói quando entrou em operação representava o estado-da-arte em matéria de navios de guerra, com seu sistemas de armas computadorizado e dotado de mísseis antissubmarino, antiaéreos e antinavio. Os navios proporcionaram um salto tecnológico de 30 anos em relação ao material empregado pela MB na época.

O editor do Poder Naval, Alexandre Galante, foi tripulante da fragata Niterói, do início de 1987 a meados de 1988. Trabalhou na vigilância e na equipe de manobra e crash responsável pelo lançamento e recuperação do helicóptero embarcado Westland Lynx.


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