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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

França convoca Conselho de Segurança para discutir 'crimes de guerra' em Aleppo

A França pediu uma resolução imediata do Conselho de Segurança da ONU para discutir as supostas atrocidades cometidas no leste de Aleppo, na Síria, segundo disse o ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Marc Ayrault, nesta terça-feira (13). 


Sputnik

"Em face de alegações de exceções em Aleppo, a França pede uma reunião do Conselho de Segurança da ONU", disse Ayrault em sua conta no Twitter. 


Resultado de imagem para Jean-Marc Ayrault
Ministro francês Jean-Marc Ayrault

O chanceler havia dito anteriormente ao canal de televisão LCI que a reunião, que deve ocorrer o mais rapidamente possível, deve discutir os possíveis crimes de guerra e crimes contra a humanidade que estariam sendo realizados na cidade síria, e que uma investigação da ONU deve começar imediatamente para determinar os culpados.

O porta-voz do Ministério da Defesa russo, major-general Igor Konashenkov, disse nesta terça que "em Aleppo oriental não foi encontrada nenhuma 'oposição', 'conselhos locais' ou organizações humanitárias não-governamentais que defendem os 'valores ocidentais', tão apreciados por Londres e outras capitais, como os 'capacetes brancos', associações de médicos ou defensores dos direitos humanos". 


"Todas as declarações feitas a partir das altas tribunas ocidentais com referências a 'mensagens dos ativistas', assim como os 'filmes' sobre alegados 'bombardeios russos', 'fuzilamentos' e outras encenações, foram filmados por grupos de televisão especiais de militantes. Por que foram eles aceitos pela mídia com prazer e sem controle – são eles que têm de responder. E faço uma recomendação – não acreditar na propaganda dos terroristas", frisou Konashenkov. 


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