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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Iraque: Ataque aéreo deixa mais de 70 civis mortos e 100 feridos em Al Qaim

Os eventos ocorreram na cidade de Al-Qaim, na província de Anbar, oeste do país, perto da fronteira com a Síria. Entre os mortos e feridos há mulheres e crianças.


Sputnik


Mais de 70 civis foram mortos e cerca de 100 ficaram feridos após um ataque aéreo na cidade iraquiana de Al-Qaim, situada perto da fronteira com a Síria, de acordo com o canal Al-Arabiya. 


Cidade de Al-Qaim, na fronteira com a Síria, em foto de 29 de outubro de 2005
Al Qaim, Iraque © AFP 2016/ PATRICK BAZ

Aeronaves não identificadas bombardearam o mercado central da cidade, matando pelo menos 20 pessoas no local, bem como os bairros orientais de Al-Qaim, segundo relataram testemunhas citadas pela BBC. 


Entre os mortos e feridos, estima-se que havia 12 mulheres e 19 crianças.

Até agora, nenhum grupo reivindicou a responsabilidade pelo massacre. 


A agência de notícias Amaq, afiliada ao Daesh (autodenominado Estado Islâmico), publicou um vídeo chocante na Internet supostamente mostrando o cenário pós-ataque, classificado pela agência como um "massacre perpetrado por aviões iraquianos". 

A coalizão liderada pelos EUA, que está apoiando o governo iraquiano em sua luta contra o Daesh, também realizou ataques aéreos em torno de Al-Qaim.

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