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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Kissinger espera que EUA realizem ciberataques contra a Rússia

Ex-secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger comentou "escândalo de hackers" entre Moscou e Washington.


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"Não duvido que os russos nos hackearam. Mas eu espero que nós também lancemos alguns ataques lá", declarou Kissinger em entrevista ao canal de televisão CBS News. 

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Henry Kissinger

O ex-secretário de Estado apontou que "é provável que a inteligência de cada país realize ataques cibernéticos no território de outros países". 

Kissinger comparou o presidente da Rússia, Vladimir Putin, com o personagem do romance de Fyodor Dostoevsky "Crime e Castigo": 

"Ele calcula friamente os interesses nacionais da Rússia tal como ele os entende e que, segundo ele pensa, provavelmente de forma correta, têm algumas peculiaridades especiais", explicou Kissinger, acrescentando que "a questão de identidade da Rússia" é muito importante para Putin. 

A inteligência americana acusou Moscou de tentar influir nos resultados das eleições presidenciais nos EUA. Ao mesmo tempo, nenhuma evidência foi apresentada e Washington afirmou que a atividade de hackers mais alta não foi registrada no dia de votação.

Um grupo de senadores chamou o presidente Barack Obama a tornar pública a informação que, de acordo com Washington, prova que Moscou teria tentado influir nos resultados das eleições. Em resposta, a Casa Branca esclareceu que a Administração atual terminará funções em 20 de janeiro e não tem bastante tempo para fazê-lo.

O presidente russo, Vladimir Putin, sublinhou que nos dados publicados não havia nada que correspondesse aos interesses de Moscou e que a histeria visou desviar a atenção do conteúdo dos documentos. O porta-voz do líder russo, Dmitry Peskov, afirmou várias vezes que as acusações de Washington "não tinham qualquer fundamento".

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