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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Kremlin: Após levantamento do embargo pelos EUA, armas podem cair nas mãos de terroristas

O fato de os lançadores de mísseis poderem vir a cair nas mãos dos terroristas no Oriente Médio seria o pior resultado do levantamento do embargo de armas pelos EUA, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.


Sputnik


O presidente dos EUA Barack Obama levantou na quinta-feira (8) embargo ao fornecimento de armas, munições e equipamento militar aos aliados dos EUA na luta contra o terrorismo na Síria. 


Exército Livre da Síria checando munições nos arredores de Aleppo, na Síria
Terroristas em Aleppo checando munições © AP Photo/ Khalil Hamra

"Aqui é preciso compreender com muita cautela o objetivo, perceber as intenções e compreender os detalhes desta decisão. Sem dúvida, o pior resultado desta decisão seria diversos tipos de armas, inclusive lançadores de mísseis portáteis, poderem ir parar nas mãos dos terroristas, o que contradiz as convenções internacionais dedicadas a este assunto e representa uma ameaça séria não somente para a região <…>, mas para todo o mundo ", disse Peskov. 


Peskov afirmou que isso também é uma ameaça para a Força Aeroespacial da Rússia na Síria. 

"Embora, com certeza, haja certos meios de proteção. São tecnologias contemporâneas, há medidas de precaução que os pilotos nestas condições devem observar. Mas claro que a ameaça é ainda muito grande", acrescentou. 

Mais cedo, os EUA informaram sobre fornecimento de lotes limitados de armas e munições à oposição síria. 

Desde 2014 os EUA realizam ataques na Síria contra o grupo radical Daesh sem permissão das autoridades sírias. No país atuam também grupos das forças especiais norte-americanas que ajudam as forças locais não controladas pelo governo sírio a lutar contra os terroristas. Se trata, em particular, das chamadas Forças Democráticas da Síria e de outros grupos, cuja lista os EUA se recusam a publicar.


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