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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Kremlin: Terroristas realizaram um ataque de alta precisão contra hospital em Aleppo

Na terça-feira (6), o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que os terroristas, que realizaram o ataque contra o hospital móvel russo em Aleppo, possuíam coordenadas. 


Sputnik

"Sem dúvida, foi realizado um ataque, tendo sido ele de alta precisão. Isso significa que os militantes que realizaram este ataque possuíam as coordenadas correspondentes", disse Peskov.


Esta foto de 5 de dezembro de 2016 mostra o que sobrou do hospital móvel russo em Aleppo após ataque de rebeldes, Síria
Hospital móvel russo em Aleppo © Sputnik/ Mikhail Alaeddin


"Lamentamos muito que a comunidade internacional, inclusive os nossos parceiros nos EUA, lide com a tragédia do ataque contra o nosso hospital em Aleppo de forma muito modesta. Lamentamos, pois, agora, a parte russa, com efeito, é a única tentando prestar ajuda humanitária aos residentes que saem de Aleppo oriental fugindo do cativeiro dos militantes. Saudaríamos uma posição mais ativa dos nossos parceiros ocidentais neste contexto", disse Peskov.

Na segunda-feira (5), o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, disse que militantes da chamada "oposição" síria atacaram o hospital móvel russo em Aleppo, o que levou à morte de duas médicas militares russas e ferimentos em um outro médico. Além deles, foram feridos residentes locais que ali se encontravam para obter assistência médica. 


O Comitê Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho declarou que tais ataques são provas de que as partes beligerantes não são capazes de cumprir a responsabilidade de proteger os médicos.

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