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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Lavrov: OTAN descumpre obrigações de segurança na Europa

O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, declarou durante uma entrevista coletiva em Belgrado, que a Rússia não enxerga a vontade dos EUA em cumprir suas obrigações relativas à segurança na Europa. 


Sputnik

"Temos o interesse de que o entendimento de bloco não prevaleça na Europa, mas que haja um retorno àqueles valores, que foram proclamados no plano político no âmbito da OSCE. Antes de tudo, sobre a necessidade de garantir a indivisibilidade da segurança na Europa, de modo que ninguém tente assegurar a própria segurança em detrimento dos outros" – declarou Lavrov. 


O ex-comandante supremo da OTAN na Europa Philip Breedlove
Ex-comandante supremo da OTAN Philip Breedlove © AP Photo/ Virginia Mayo


Ele destacou, que, até o momento, Moscou ainda não enxerga "uma disposição da OTAN e seus membros em cumprir essas obrigações políticas". 

O ministro russo destacou ainda, que a Rússia avalia como provocação a ideia da implantação de uma unidade da OTAN no mar Negro.

"Quanto a certas iniciativas, o lado ucraniano tem muitas delas, e essas iniciativas, na minha opinião, já começam a provocar um certo cansaço em nossos parceiros. Temos a convicção de que, no âmbito da segurança, todas as decisões no mar Negro devem ser tomadas por países costeiros. Portanto, consideramos como provocação a ideia da Ucrânia, e também de nossos vizinhos romenos de mar Negro, em criar ali um grupamento ativo e permanente da OTAN" – explicou Lavrov.

Nesse sentido, ele disse ter esperanças de que, "agora, a situação irá se acalmar e nossos parceiros romenos tirem disso as mesmas conclusões corretas".



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