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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Lavrov sobre ameaças do 'G6' : 'Estão num beco sem saída'

Segundo o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, a chanceler alemã Angela Merkel, o presidente francês François Hollande e outros líderes ocidentais, ou seja, o chamado G6 (G7 sem Japão), divulgou alguns dias atrás uma declaração que contém acusações e ameaças em relação à Rússia.


Sputnik

''Esta declaração do G6 continha muitas coisas, inclusive acusações diretas de crimes de guerra e incluindo ameaças a todos os que apoiam o governo sírio. Penso que [isso está relacionado com] o beco sem saída [no qual está o Ocidente] e com a incapacidade dos nossos parceiros ocidentais de acalmar os que eles apoiaram, criaram e armaram com o único objetivo de alterar o regime na Síria'', disse Lavrov aos jornalistas.


Reunião de cúpula do G7 na cidade de Kruen, Alemanha, 8 de junho, 2015.
Reunião de cúpula do G7 © REUTERS/ Kevin Lamarque

O chanceler russo considera que os líderes ocidentais se enganaram de novo apoiando extremistas para derrubar Bashar Assad.

''Depois de este objetivo ter sido atingido, contavam tratar também das organizações extremistas. Mas isso nunca acontece, é um erro que os nossos parceiros ocidentais cometem repetidamente'', acrescentou Lavrov. 


Ele afirmou que tais ações levaram à criação da Al-Qaeda, do Daesh e agora se está reforçando mais um grupo – a Frente al-Nusra. 

Na declaração divulgada em 7 de dezembro, os líderes ocidentais apelaram a uma trégua imediata em Aleppo e expressaram sua disposição para considerar a introdução de mais sanções contra os que agem nos interesses do governo de Assad.

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